sábado, março 17, 2007

Roda-a-roda do NASSER (15 MAR 2007)


Anéis - Em sua política de vender os anéis para não perder os dedos, por US$ 915M a Ford passou a Aston Martin a David Richards, dono da Prodrive, fábrica de auto-peças, e da equipe BAR, de Fórmula 1. A Inglaterra volta a ter indústria automobilística - além dos pequenos fabricantes, Morgan, Marcos, Cunningham. E a Aston, à Fórmula 1.
Tudo - A experiência da Volkswagen com o Golf, aplicando-lhe um sistema de rastreamento, tirou o carro da relação dos mais roubados. Isto definiu a colocação em todos os produtos VW. É um argumento de vendas pela segurança e pela redução do valor do seguro.
Promoção - Por R$124.900,00 metade de entrada e o saldo em 24 meses, a Kia oferece em março seu sedã topo de linha, o Opirus. Espaço, luxo, motor V6 3.0, transmissão automática, cinco anos de garantia, somam positivo na coluna Benefício.
Na bomba – Do ácido e bem informado sítio www.claudiohumberto.com.br: álcool do Brasil, gás da Bolívia, petróleo da Venezuela. A América do Sul não é mais o quintal dos Estados Unidos. É o posto de gasolina.
De novo – Revisão estética em detalhes e motor 1.6 flex, integram as novidades do Kangoo Renault. Novos atrativos, pára-brisas em degradée, faróis com lentes plásticas; piscas nos retrovisores externos, e a maior capacidade de carga no segmento, 760 kg, 2,8 m3, e preço em R$ 39 mil, quer vender 800 unidades em 2007 – 2 /3 mais que em 2 006.
De grátis – A fim de transmissão automática de graça? Ford EcoSport 2.0, Peugeot 307 sedã e Renault Scénic em versões Expression 1.6, 16V e Privilége 2.0, 16V, estão sendo vendidos sem cobrança desta opção.
Fonte - Primeira revista eletrônica multimídia no Brasil, a Mecânica Online passa a ser vendida bimestralmente em CD. Mecânica automotiva, técnica, engenharia, lançamento e avaliação de novos produtos. A R$ 29,90 incluindo frete. Veja no sítio www.mecanicaonline.com.br
Quem diria - Minas chegará ao mar. E pelo Estado do Rio. Assumirá área portuária em Itaguaí: 1 milhão de m2, 1 km por 1 km. É pouco, mas já é um mar para chamar de seu. Incentivará exportações.
Ecologia - A OMC, Organização Mundial do Comércio julgará consulta de exportação de pneus usados ao Brasil. Hoje, sem OMC, nosso país importa este lixo, crime contra a ecologia, um dos maus exemplos de lobby.
Antigos - Antigo furtado na garagem da casa do colecionador. Desesperado, pede ajuda. Fusca 1200, branco, de 1961, original e Placa Preta CRU 4011, de Santo André(SP). Informações para a Polícia ou pelo endereço fucaabc@uol.com.br. Polícia...? Ainda não explicou autoria e motivação da morte do prefeito da cidade, o Celso Daniel.


Gente - Tetsuo Iwamura, presidente da Honda do Brasil e da Honda South American (HSA) -, nomeado nº1 das operações norte-americanas. O que é bom para o Brasil, é bom para os Estados Unidos. É o terceiro executivo a passar neste vestibular. OOOO Sho Minekawa, comandante dos negócios da Honda na China, será seu sucessor no Brasil. OOOO Davi Reis, paulista, 55, contratado diretor comercial da Kia Motors no Brasil. Ex-diretor de marketing da Fiat Automóveis, presidiu-a na Venezuela e na Argentina. OOOO A Kia foi ao mercado: contratou Jaroslav Sussland, ex-Peugeot e Audi, e Robinson Romagnoli, ex-Audi e ex-Alfa Romeo.OOOO

Nissan Sentra. O setor se atualiza.


Japonês; sedã com charme e sem jeito careta; interior com capacidades de monovolume; linhas novas, atrativas e modernas.

Com estes apelos a Nissan começa sua caminhada de implantação do conceito de vender automóveis. No Brasil, identificada como fabricante de veículos 4x4, o novo Sentra, produzido no México, e trazido sem imposto de importação, quer marcar a mudança de atuação. Em vez de concorrente de nicho, ação geral. É bem formulado. Moderno, pretende ser comparado a Toyota Corolla e Honda Civic, Renault Mégane e Chevrolet Vectra. E criar uma cunha para abrir espaço para 7 mil unidades da marca, a menor do segmento. Entre as 154 mil vendas projetadas. Sua rede busca atingir 70 concessionários até o final do ano.

Os argumentos foram traçados em três clínicas de análise com possíveis consumidores e a Nissan concluiu haver uma demanda por qualidade e/ou novidade. Ser marca japonesa ajuda. E no comparativo com os patrícios ganha do Corolla, líder, mas há tempos no mercado; e do Civic, com sua grade futurosa, painel pokemon, e o reduzido porta-malas. Aos outros, contrapõe aproveitamento interno no caso do Mégane, e superior conforto de marcha relativamente ao Vectra, e criatividade com o porta-malas, dividido, e com ganchos.
O estilo é agradável, com teto em arco, portas amplas, traseira curta e grupos ópticos limitados por friso cromado, lembrando o esportivo 350Z e o patrício Ford Fusion.

Outros detalhes
Motor dianteiro transversal, tração dianteira. O motor, em alumínio, 2.000 cm3 e 142 cv a 5.500 rpm; 20,3 mkgf de torque a 2.400 rpm, as melhores dosagens do segmento. Inova na transmissão. Se mecânica, com seis velocidades - cinco mais reduzidas e a sexta longa. Automática com moderno sistema, o CVT, que dispensa engrenagens e turbinas - como no Honda Fit - mas com a diferença de monitoramento eletrônico. Suspensão McPherson dianteira, eixo torcional na traseira. Rodas leves, aro 16, pneus 205x55.
Em segurança lidera, com os melhores resultados em impactos frontais e laterais pela agência norte-americana de segurança em estrada, estrutura deformável, bolsas de ar e cortinas laterais, cintos de três pontos para todos. Falta o 3º apoio de cabeça no banco traseiro. Usa freios a disco com sistema anti bloqueio, ABS, e seu gerenciador EBD. A Nissan poupou-se em versões. Todas as carrocerias serão em 4 portas. Existirão 4 cores: preto, prata, cinza e azul. Três níveis de equipamento.

Quanto custa?
Versão 2.0 mecânica, R$58.500,00 e automática, R$63.500,00. Versão 2.0S (mec) R$63.500,00 e (CVT) R$68.500,00. E versão 2.0 SL (topo de linha, somente automático) R$81.700,00

Efeito-demonstração
A Honda iniciou vender nova versão do Civic, a Si. Marca a motorização primorosa: do Accord 2.0, mais resistente, e tecnologia i-Vtec. Em relação ao Civic, gera mais 42 cv de potência, perfazendo 192. Valente, presumivelmente capaz de acelerar da imobilidade aos 100 km/h em torno de 7,8 s e fazer velocidade final de 220 km/h. A Honda, por omissão ou por injustificável política, não divulga estes números.
O motor de quatro cilindros, 16 válvulas, dianteiro, transversal, está preso à transmissão de seis marchas à frente, com sistema anti-patinação das rodas. O restante da mecânica, eixos de transmissão, calibragem de molas e amortecedores, direção elétrica, freios a disco, rodas de 17” com pneus 215x45, garantidos até 240 km/h, é adequado à performance. Arremata-o com sonoridade esportiva.

Para poucos
É, acima de tudo, bom trabalho de engenharia. O motor muda os ângulos de acionamento das válvulas e desfruta de dois comportamentos nítidos. Sem demanda, é um bem disposto 2.0. Chamado a justificar aparência e preço, responde e vai a 8.400 rotações, típicas de muita esportividade. A transmissão possui as cinco primeiras marchas mais reduzidas que o Civic, assegurando agilidade e conforto, e uma sexta bastante longa, multiplicada em torno de 0,7:1, casada com disposição do motor oferece boa velocidade de cruzeiro. Para evitar vibrações, um dos semi-eixos é dividido, com mancal de apoio. Internamente, um sistema anti-patinação das rodas pela dosagem de potência e torque em torno de 19 mkgf em dois picos – a 3.000 e a 6.100 rpm – permitida pelas duas faces do motor. Apesar ser pequeno ante o brilho da potência, a transmissão reduzida compensa isto.
Dirigi-o rapidamente. Digo, de maneira rápida, posto que no Autódromo de Interlagos (SP). Lembrou-me música do festejado compositor mineiro e colecionador de automóveis, o brilhante Pacífico Mascarenhas. Chama-se Pouca Duração. Foi o caso. Sensações positivas. Carro acertado ergonomicamente, bancos aptos a fixar condutor e conduzido frontal. A alavanca de marchas, embora sem o bom ‘cloc’, transmissor da sensação de engate, tem pequeno curso e é dócil. E o motor fala alto. Discussão de alto nível, todo o restante da mecânica responde à altura. Direção, suspensão e freios à altura da demanda, sem exigir um algo mais de quem acelera. Não é o resumo da perfeição automobilística. O DNA do Civic inclui porta-malas pequeno e inexplicáveis dobradiças ladras do espaço útil. O painel de instrumentos incrementou a vocação de brinquedo eletrônico: vários planos, várias cores – e até uma lâmpada vermelha para o corte do motor. Haja...

Veja o título
Custa R$ 99.500. Pretende-se dele vender 1.000 unidades neste ano. Estofamento em tecido, caixa mecânica, o comparam com o Civic LXS básico nesta escala, custa R$ 63 mil, ou 40% a mais que o preço de tabela. Primeiras compras, cometidas a R$110 mil e R$ 115 mil. Não vende luxo, refinamento, ou se pretende um carro de corridas com sua simplificada decoração externa; o friso da grade pintado na cor do carro, vermelha ou preta – e o inescapável cinza metálico, se demandado –; e tão festivo quanto inútil aerofólio sobre o porta-malas.
A Honda quer exibir tecnologia, sobre a imagem de qualidade de projeto e exação construtiva, acrescentando-lhe faceta de personalidade diversa comportado Civic. É um efeito-demonstração de tecnologia. (PS): Com a gasolina Petrobrás Podium de 95 octanas, é capaz de gerar mais 4 cv. O Si foi desenvolvido e homologado com a de 85 octanas. Comprimido a 11:1, tolera-a, aditivada ou não, e com ela, o motor garroteia a potência para evitar a auto-ignição. Rendimento pleno, só com o combustível mais forte.

Renovando o mito
Para manter o mito do Twingo, bem vendido em 2,4M unidades, a Renault apresentou o seu sucessor em Genebra. É o primeiro veículo renovado no Contrato 2009. Por ele a Renault quer estar no primeiro nível.
Manteve o charme, a habitabilidade e a modularidade vista nos quatro lugares em bancos individuais corrediços, e no melhor espaço para bagagem ou carga no segmento. Inclui avanços em comunicação, como ligar, via volante de direção, “walkman” ou “iPod” ao sistema de som do veículo, e telefonia “Bluetooth”. Em segurança: bolsas de ar laterais, regulador e limitador de velocidade, volante regulável, acendimento automático dos faróis.
A gasolina 1.2, 8V e 60 cv; 1.2 16V e 75 cv, e opção de 100 cv. A diesel, 1.5 e 65 cv.Para a Renault, é a melhor reunião em estética, formulação, confortos e segurança. O mercado pensa igual? Sucessão em trabalhos geniais é difícil. Hoje o único exemplo de sucesso é o do Mini, ex-Morris, agora BMW. Sem planos de importação. (Texto: R.Nasser) Fotos: divulgação

ACELERANDO (15 MAR 2007)

NOVOS SEDÃS, BOAS EMOÇÕES

Na edição que tens em mãos, boas novidades em carros de quatro portas e emoções diferenciadas. A começar pela capa, o “new new” Civic, dessa vez em versão esporte fino.
É o “Si”, rebelde de 192 hp de potência, bom torque e maravilhoso apelo esportivo. A ousada Honda alterou condições do consagrado modelo e trouxe à tona um ótimo e completamente novo carro para o mercado. Mudou motor, caixa de câmbio (nesse caso com 6 marchas), suspensão, design interno e o ornamentou com acessórios que o diferenciam nas ruas. Prazer maior foi poder pisar fundo nas curvas de Interlagos, berço esplêndido do automobilismo brasileiro e mundial. Traçados desleais que me fizeram entender as mudanças na suspensão do Civic Si, assim como sentir, pela primeira vez, o comportamento de um motor que somente pede misericórdia aos 8.400 giros, coisa que só alguns carros de corrida são capazes de fazer. O ´Si´ é brinquedinho dos caros (custa R$99.500,00), no entanto, como todo bom produto, vale cada centavo, pois, de fato, oferece sensações interessantes e é proposta boa num mercado tão carente de carros esportivos.

Daqui a pouquinho surgirá o VW Golf GTi com nova roupagem, mas, infelizmente, com alma antiga. Apesar dos esforços da Volkswagen em renovar o seu carro-chefe europeu aqui no Brasil, o Golf outra vez já nasce com algumas rugas, pois não é o mesmo carro vendido no primeiro mundo e sim uma evolução das suas quatro gerações conhecidas aqui no país. Topo de linha, terá 195 hp (três a mais que o Civic Si). Ótimo carro, ele será a bola da vez da VW na tentativa de retomar o seu posto de comando no segmento.
Para concluir, o Sentra, da Nissan, apresentado na terça-feira (13/3) à imprensa especializada no Guarujá (SP). Bonito, com motor 2.0 16V de 142 cv e torque de 20,3 kgf/m, já está apelidado de “mini-Fusion”, pois sua frente lembra bastante o grandão competente da Ford. Muito bacana e montado sob a plataforma do Mégane europeu, fará a Nissan brigar nesse nicho de sedãs médios. Preço? Começa com R$58.500 na versão básica e vai subindo: R$63.500,00, 68.500,00 e chega no topo com um modelo completíssimo por R$81.700,00. A briga é boa, principalmente porque a qualidade dos produtos que por aqui chegam é cada vez melhor.

Boa leitura!
(Texto): Fábio Amorim

GPS (15 MAR 2007)

Perda
Lamentamos profundamente o brutal assassinato do empresário Fábio Carneiro de Araújo (Fábio Ararinha). Antigo executivo do ramo automotivo, proprietário de dois postos de combustível, foi morto numa tentativa de assalto no seu escritório em Maceió, no último domingo (11/3) pela manhã enquanto trabalhava. Íntegro, amigo, honesto e fiel no seu círculo de amizades, Fabinho deixará saudades pela gentileza no trato interpessoal, pelo cavalheirismo e elegância em como levava a sua vida. Homem de bem, brasileiro honrado e cumpridor de seus deveres de cidadão, não merecia fim tão absurdo e inaceitável. Recentemente, quem sofreu também enorme violência e morreu em circunstâncias similares, foi o velho Manolo, tradicional mecânico paulista especialista em consertar Ferraris. Para pensar: vai-se um bom amigo e o tempo e a impunidade o transforma apenas em estatística criminal. Há injustiça maior?

Fórmula 1
A brincadeira vai começar! A primeira etapa da Fórmula 1 de 2007 já acontece no próximo domingo (18/3) em Melbourne, na Austrália. As maiores atenções, é lógico, estão voltadas para o bicampeão Fernando Alonso, que defenderá a equipe McLaren ao lado de Lewis Hamilton, piloto extremamente talentoso e que fez sucesso em todas as categorias antes da F1. Felipe Massa está otimista e é um dos cotados a ser o próximo campeão. A briga será boa, cheia de novatos, mudanças aerodinâmicas e também nos pneus. Não dá pra perder.

Vida nova
De acordo com o site Grande Prêmio, a F-Renault será ressuscitada e rebatizada com o nome de F-Brasil 2000. A categoria, extinta no final da temporada passada após o fim do patrocínio da montadora francesa, terá organização da Vicar – a mesma empresa que cuida da Stock Car V8 – e competirá junto com a F-3 Sul-americana e o Trofeo Maserati. Os carros serão os mesmos utilizados na F-Renault e os motores, os mesmos utilizados na temporada passada, passarão a ser preparados pela ZF, responsável pelos propulsores da Stock Car V8, Light e Jr. (FA)

DESTAQUE - Gazeta Automóvel (15 MAR 2007)


Dilson de Oliveira Sousa, ariano de 23 de março de 1976 é Gerente de Pós-Venda das concessionárias Avant Renault e Nissan, em Maceió (AL).

“Leio a Gazeta Automóvel porque é um jornal atualizado, objetivo e traz ótimos lançamentos e novidades do setor automotivo”

CARRO INESQUECÍVEL: “Uma Brasília 1979”
CARRO DOS SONHOS: “Um Mégane Automático 2.0”
SITUAÇÃO INESQUECÍVEL VIVIDA A BORDO DE UM CARRO: “Quando minha Brasília pegou fogo lá em Penedo, com cinco amigos meus dentro!”
VIAGEM DA BOA LEMBRANÇA: “Uma que fiz para Fortaleza em 1994, quando o Brasil foi Tetra!”
O QUE DETESTA NO TRÂNSITO? “Falta de educação.”
QUE TIPO DE MÚSICA CURTE AO DIRIGIR? “Todas do Djavan”
HOBBY: “Ir ao cinema”
UM LUGAR: “A minha residência”
ÍDOLO: “Minha mãe, D.Maria Concilia”
COMIDA PREDILETA: “Pizza portuguesa”

PÁRA-CHOQUE 011 - 15MAR2007


Honda Civic Si: equilibrado, potente, bonito


Muito melhor que a versão comum, este esportivo tem alma forte de 192 hp

Num evento elaborado de maneira interessante com atmosfera de corrida no ar, a Honda mostrou à imprensa especializada na semana passada (dia 8 de março), o seu mais novo pupilo: o Civic Si. A convenção para a apresentação do inédito veículo aconteceu no reduto consagrado do automobilismo brasileiro, o autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, popularmente conhecido como Interlagos.
Executivos da montadora japonesa disseram que o Civic Si foi desenvolvido com foco em três pilares: aceleração empolgante, boa dirigibilidade e ronco emocionante do motor. Inquestionavelmente, a fábrica conseguiu sucesso nos três itens, pois o carro correspondeu às expectativas dos mais exigentes críticos: é arrojado, mais bonito que a versão convencional e tem uma performance interessante para um sedã de quatro portas, pois os seus 192 cavalos de potência têm fôlego de sobra.

Emoção
Acelerar um carro esporte no mesmo local onde Ayrton Senna brilhou é emoção de sabor indescritível. Cautelosamente, a Honda não liberou à esmo todos os jornalistas na pista. Ao modo tipicamente japonês, ou seja, metódico e previsível, dispôs a turma em duplas com pilotos profissionais. Apenas três voltas para cada um, o que foi uma pena, pois no final ficou o gostinho ´de quero acelerar mais´ o Civic Si.

Concepção
Elaborado a partir do modelo já conhecido pelo mercado nacional, a versão esportiva “Si” recebeu significativas alterações para se adequar ao novo perfil. Possui aerofólio, rodas aro 17 com pneus 245/45 R17 91V, painel com iluminação vermelha, bancos tipo concha (na frente e atrás também), dentre outros acessórios. Porém, o mais interessante no pacote não se resume à questões estéticas e sim à funcionalidade.
Para melhorar o desempenho, a suspensão foi endurecida 30% em relação às versões convencionais do mesmo modelo. O ´Si´ ganhou, também, um terceiro semi-eixo intermediário na dianteira. Segundo a engenharia da fábrica, a solução serviu para equilibrar o trabalho dos dois semi-eixos já existentes. Diferentemente das versões de entrada, o filho rebelde da marca possui diferencial auto-blocante, trunfo extremamente necessário em conduções mais arrojadas de condução, pois o conjunto colabora com correções de traçado e/ou na estabilidade em altas velocidades, freando automaticamente rodas que, por algum motivo, possam perder tração ou contato com o solo. Toda essa tecnologia possui um nome: é o VSA (Vehicle Stability Assist). Dependendo do nível e da intensidade do erro, se o condutor perder a trajetória numa pista molhada, por exemplo, o “cérebro” de aço do Civic Si poderá auxiliá-lo evitando um acidente.

Transmissão mecânica de 6 marchas
Outro detalhe interessante nesse esportivo é a sua caixa de câmbio que agora possui seis marchas (uma a mais que os outros da linha) e as suas relações são mais curtas também. A primeira marcha, por exemplo, é 4,9% mais curta que a do câmbio do New Civic ´normal´, a 2ª, mais de 10% e assim sucessivamente, tudo isso para privilegiar a condução esportiva com arrancadas e retomadas mais ágeis. A exceção dessa regra é a sexta marcha que, proporcionalmente, é mais longa que a 5ª do Civic ´manso´, o que favorece ao conforto, baixo nível de ruído e também de consumo de combustível.

Veredicto
Matematicamente falando, o Civic Si é primorosamente bem acertado. Possui 192 cavalos de potência, 19,2 kgf/m de torque e uma elasticidade que o faz andar sem problemas já perto dos 8.000 giros ou RPM (rotações por minuto), característica de carros de corrida e não de veículos de uso urbano. O corte eletrônico, ou seja, a proteção de fábrica para que não haja quebra do motor por excesso de esforço, acontece somente aos 8.400 rpm (!), quando um ´led´ vermelho pisca no canto direito superior indicando que chegou a hora de trocar de marcha. A luzinha indicativa é acessório de cockpit de Fórmula 1. Coisa simples, porém charmosa, principalmente para quem gosta de carros esportivos.
Mais outra atração desse novo carro da Honda é o seu sistema de direção elétrica. Chama-se EPS (Eletric Power Steering ou direção eletricamente assistida). Ao contrário da famosa ´direção hidráulica´, a elétrica dispensa mangueiras, reservatório de fluido e correia extra, executando a mesma função com mais inteligência e sem furtar potência. É leve nas manobras com o carro parado e mais firme em altas velocidades, o que transmite muito mais segurança ao condutor.

O novo Honda Civic Si custa R$99.500,00 (preço sugerido pela fábrica com base na cidade de São Paulo/SP). Se observado pela ótica da exclusividade e do pacote tecnológico, vale cada centavinho de Real. É carro competente na pista, extremamente seguro em alta velocidade e coerente na proposta de esportividade. Veículo para quem gosta de pisar fundo, mas sem perder o conforto que um sedã pode oferecer. (Texto: Fábio Amorim) Fotos: FBA/Divulgação

Ford exibe o Mondeo e o C-max na Suíça


Marca americana também apresenta a versão atualizada do Galaxy e do S-Max, o carro do ano na Europa

A Ford apresenta como grandes atrações no Salão de Genebra, que abre para o público de 18 a 28 de março, a linha completa do novo Mondeo e o novo C-MAX, este último, veículo multiuso de cinco lugares. Ambos serão lançados nos próximos meses no mercado europeu. A mostra inclui também as versões atualizadas do Galaxy e do S-MAX, eleito o Carro do Ano 2007 na Europa.
O novo Mondeo fez uma pré-exibição no filme Cassino Royale, do agente 007, e agora é revelado em todas as suas versões, com carrocerias de quatro e cinco portas e perua. Ele traz o novo visual Kinetic da Ford, com linha de cintura alta, arcos de rodas proeminentes e capô musculoso, e oferece diversas opções de motores. São duas versões a diesel, de 1.8 e 2.0 litros, com 100 cv a 140 cv, e transmissão manual de cinco ou seis velocidades. Seus motores a gasolina incluem as versões de 1.6 e 2.0 litros – com 110 a 145 cv e transmissão manual de cinco velocidades –, um 2.3 litros com 161 cv e o novo 2.5 litros de cinco cilindros e 220 cv, estes últimos com transmissão automática de seis velocidades.

Família Ford MAX
O novo Ford C-MAX é um veículo multiuso (MAV) de cinco lugares que se junta ao S-MAX, de sete lugares, para formar a família MAX da Ford. À venda na Europa a partir de abril, ele também segue o estilo Kinetic e vem com o exclusivo sistema flexível de bancos “Comfort” que permite variar as configurações dos bancos para otimizar o aproveitamento do espaço interno. O Ford C-MAX oferece os motores a gasolina Duratec de 1.6 litros, 1.8 litros e 2.0 litros – de 100 cv a 145 cv – além da versão flexfuel de 1.8 litro, que funciona com gasolina ou etanol a 85% (E85). Ele tem ainda quatro motores a diesel com 1.6 litro, 1.8 litro e 2.0 litros, de 90 cv a 136 cv. A linha é equipada com transmissões manuais de cinco ou seis velocidades, ou automática de quatro velocidades. (AF) Fotos: divulgação

Chrysler, Dodge e Jeep mostram novidades


Três carrões compõem esse acervo de luxo apresentado, também, em Genebra

A marca Chrysler faz a estréia européia do novíssimo Chrysler Sebring Cabrio. Totalmente reestilizado, o modelo é construído na nova plataforma do segmento “D” do Grupo Chrysler e oferece, segundo a fábrica, o que nenhum outro cabrio pode doar: o elegante estilo Chrysler, três opções de capota conversível e um espaçoso interior que acomoda confortavelmente quatro adultos e oferece lugar suficiente no porta-malas para duas bolsas de golfe quando a capota é abaixada. As três opções de capota conversível de fecho automático são: uma capota de vinil, uma capota de tecido e uma capota dura de aço pintada na cor da carroceria. T

Estilo
O novíssimo Dodge Avenger aperfeiçoa o estilo também arrojado e agressivo do Dodge Charger, como também seu desempenho. Não há dúvida sobre as característcias Dodge nas linhas exteriores agressivas do Avenger. Musculares ombros traseiros, grandes rodas e pneus e um elegante spoiler incorporam os clássicos atributos da marca Dodge em arrojo, potência e capacidade.


Jeep Patriot
O novo Jeep Patriot é uma moderna interpretação do clássico estilo Jeep. Ele combina o equipamento e a flexibilidade interior de um SUV com o desempenho, manobrabilidade, economia de combustível e preço de um carro do segmento “C”. O Patriot oferece um motor mundial de 2,4 litros a gasolina e o opcional de um motor turbo-alimentado a diesel de 2.0 litros. Como equipamento de série, ele oferece airbags laterais tipo cortina, freios ABS, Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP) e Controle Eletrônico Anti-capotamento.

Jeep Commander Overland
A linha Jeep Commander recebe um novo modelo topo de linha em 2007. Trata-se do Commander Overland, com um interior de alta qualidade e exterior com detalhes de platina. O modelo Overland, que faz sua estréia européia em Genebra, é um dos muitos novos veículos que contribuem para a contínua ofensiva de produtos Jeep. O modelo Overland está disponível com os mesmos motores de 5.7-litros HEMI® V-8 a gasolina e o V-6 de 3.0-litros, turbo-alimentado a diesel e o sistema 4x4 Quadra-Drive II® como no Jeep Commander Limited. Para atender ao mercado europeu, o novo Commander Overland é fabricado na Magna Steyr em Graz, na Áustria. (ADC) Fotos: divulgação

Quantum lança novo módulo veicular


Empresa apresenta o SR100, inédito comando de som e acessórios

A Quantum Tecnologia acaba de anunciar mais um produto inovador para facilitar a vida dos motoristas. Trata-se do SR100, um comando de auto-rádio e outros acessórios. O sistema funciona através de alarme ou trava elétrica. É compatível com todos os dispositivos de segurança, sejam originais e similares. Sua função é desligar o rádio ou acessório ao se ligar o alarme (original ou instalado), e ligar automaticamente quando a porta do veículo for aberta novamente. O principal diferencial sobre a concorrência é a temporização, além da possibilidade se ser instalado em alarmes ou sistemas de travamentos originais.

Como funciona?

Quando o alarme do carro é acionado, o som e acessórios são automaticamente desligados. Ao se destravar a porta ou desligar o alarme e abrir a porta, o rádio é automaticamente ligado. Com a ignição ligada ou porta aberta, a saída para o rádio ou acessório permanecerá ligada, e ficará temporizada em 30 minutos ao se desligar a ignição e não acionar o alarme. O rádio ou acessório a ser controlado não deve ter o consumo superior a 20A, caso contrário deverá ser instalado um ´relé´ auxiliar. O SR100 pode ser configurado para saída positiva ou negativa, através do fio vermelho/branco e faz leitura de pulso ou sistema nível nas entradas liga e desliga. Segundo assessoria da fábrica, o sistema tem garantia de 2 anos e o preço médio sugerido é de R$50,00 (AQT) Foto: divulgação

Renault mostra mais novidades em Genebra


Clio Grand Tour Concept: modernidade, dinamismo e praticidade

A Renault apresentou no Salão Internacional de Genebra o Clio Grand Tour Concept. Antecipando os desenvolvimentos que devem ser incorporados na linha do Clio III, o Clio Grand Tour Concept foi idealizado para atender às necessidades específicas dos consumidores que precisam de uma perua pequena, dinâmica e com o desempenho de um GT (Grand Touring) clássico.
Com acabamento na cor especial Comet Gold, o Clio Grand Tour Concept conta com um motor a gasolina 2.0 16V, que desenvolve 200 cv de potência, ou seja, uma motorização que sugere uma dirigibilidade arrojada. O habitáculo é bem iluminado, prático e confortável – ambiente ideal para viagens. Com seu grande porta-malas fácil de manejar, o Clio GT Concept mostra sua vocação para as atividades de lazer. Além disso, este carro-conceito possui uma generosa linha de equipamentos, incluindo vários itens eletrônicos.


Conforto e atratividade
Equipado com uma caixa de câmbio de seis velocidades, ele acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,2 segundos, mas, o Clio Grand Tour Concept ainda é um genuíno Clio – e isso significa, na opinião da fábrica, que trata-se de um veículo confortável e fácil de utilizar. Nesta versão, vem equipado com teto-solar panorâmico, amplo porta-malas e elegante painel com velocímetro analógico e digital, sem contar com mimos como um ótimo sistema de som e DVDs para os passageiros de trás. (AR) Fotos: divulgação

Tapete rosa para convidadas muito especiais


Revenda Volkswagen Mapel surpreende clientes no dia internacional da mulher

Fugindo das ações tradicionais de mídia, a concessionária alagoana Volkswagen Mapel, decidiu criar uma diversão alternativa para agradar às suas clientes no Dia Internacional da Mulher, ocorrido na última quinta-feira (8/3). Para isso, desenvolveu o "Lounge Especial Mapel”, um bonito espaço nascido a partir de um ´brainstorming´ entre a diretoria da revenda e alguns parceiros de trabalho, como a Agência 1 (que atende sua conta de propaganda) e a Promma, outra empresa ligada à promoções de eventos.

Com o slogan “Feito para você, perfeito para a mulher”, o ´lounge´ foi - na opinião de Leonardo Sampaio (gerente comercial da casa) -, de longe, a homenagem mais interessante do dia em Maceió. “O evento foi excelente e o objetivo era exatamente sair do cotidiano da mídia de varejo e investir no ponto de venda com a criação de uma ambiente especial para a Mapel e para as suas convidadas. O resultado foi satisfatório e tenho certeza que atingimos o nosso objetivo”, destaca Leonardo.

Inovação
Com um funcionamento que se estendeu entre os dias 8 e 11 de março, a ação da Mapel atraiu cerca de 200 convidadas que puderam desfrutar do confortável ambiente que ofereceu música de boa qualidade, muitas flores espalhadas pelo showroom e vários mimos, como a distribuição de perfumes pela loja Muamba e lanchinhos especiais acompanhados de drinques mais carinhosos ainda. O ambiente contou, também, com vários painéis criados por alguns arquitetos da terra que vinculavam perfis femininos a alguns modelos da Volkswagen.

Para agradar mesmo

Estender um imenso tapete cor-de-rosa foi uma ousadia acertada que houve no evento, pois, o que poderia ter parecido um gosto esdrúxulo, tornou-se uma elegante porta de entrada para a ação. “Acho que acertamos na nossa idéia. Essa foi a primeira vez que aconteceu e a nossa intenção é de não somente repetir, mas também desenvolver ações como esta em datas importantes. O balanço foi muito positivo. Achei este Louge um sucesso, pois o nosso objetivo foi além das vendas, pois atingimos o foco maior que era estreitar os relacionamentos com as nossas clientes”, concluiu Sampaio. (Texto: Fábio Amorim) Foto: divulgação

sexta-feira, março 16, 2007

Suzuki Burgman 400 ganha cor cinza


Consagrado modelo continua versátil e com bom pacote tecnológico

Para quem procura conforto e sofisticação, mas não deixa de lado a praticidade e agilidade, o maxi scooter Suzuki Burgman 400 é uma interessante alternativa. O modelo 2007 acaba de ganhar a cor cinza que foi agregada às demais: prata, azul e preta e o preço sugerido permanece o mesmo: R$ 32.036,00

O modelo apresenta inovações que, segundo a fábrica, o colocam à frente dos veículos de sua categoria. Um moderno sistema de injeção eletrônica aperfeiçoa a alimentação do motor e garante maior economia de combustível, desempenho e proteção ao meio ambiente. O Burgman 400 também está equipado com o sistema PAIR, que realiza de modo eficiente a queima dos gases do escapamento, inibindo a emissão de poluentes na atmosfera. Segundo dados da fábrica, o motor de quatro tempos, com quatro válvulas, 385 cilindradas, apresenta ótimo nível de suavidade e silêncio. O tanque de 13 litros permite que todos os benefícios oferecidos sejam aproveitados por vários quilômetros, sem paradas freqüentes para abastecimento. A novidade maior do modelo 2007, porém, é a nova cor cinza, solicitação do mercado, agora atendida pelo fabricante. (AJT) Foto: divulgação

sábado, março 10, 2007

Roda-a-roda do NASSER (08 MAR 2007)


Ampliação – A Maserati apresentou no Salão de Genebra seu novo modelo GranTurismo. Design Pininfarina, quase-Ferrari: motor V8 4.2 e 420 cv, comum aos Ferrari, câmbio hidráulico com memória.
Definição – O Crossroad, da Honda japonesa, é cruza de utilitário esportivo com veículo compacto. Jeito de valente, sete lugares, três fileiras de bancos, motores 1.8 e 2.0 i-VTEC, com abertura variável para as válvulas. Câmbio automático e tração 4x4.
Traseira – O emprego da tração dianteira, caminho mundial, perderá adepto em 2 008. A GM voltará à propulsão traseira em seus Pontiac. Quer diferenciá-los dos Buick.
Nissan – Renault + Nissan, e a indiana Mahindra anunciaram sociedade e investimento de E686M em Tamil Nadu , Índia. Farão carros das duas marcas, e fábrica de motores e transmissões para a Renault e a Nissan.
Promoção – Preços de fábrica na linha 206; câmbio automático sem custo adicional nos 307. Promoções da Peugeot em março. Atração especial, o Escapade a R$ 43.990. Financiamento em até 72 meses.
Novidade – Fontes da Fiat confirmaram o nunca admitido: farão o Gran Punto. Aliás, nos passos finais. Lançamento em julho.
... II – A Ford antecipará seu novo carro pequeno: novembro. Ainda sem nome. Concorrerá com os mais baratos – Mille, Celta, Gol geração 3.
... III – Sentra, mexicano da Nissan, 2.0, 140 cv, câmbio CVT, inicia vendas locais neste mês. No pedaço, há revendas da marca chamando mobral de doutor e dando descontos sensíveis para se livrar do estoque antigo.
... IV – Em maio, versão automática do Peugeot 206. Câmbio com acionamento Tiptronic – bobagem que transforma o dirigir a transmissão hidráulica em mecânica – e 4 velocidades. Preço, o menor do mercado: R$ 48 mil.
Problema – A Volkswagen levou ao final do mês a apresentação do Golf em nova decoração. Ainda na geração 4, quando no exterior prepara a 6, mudou lanternas traseiras, faróis e grade frontal. Dá tempo para passar o estoque à frente.
Mais um – Fonte VW desmente informação que circula como certa há tempos: a produção na Argentina, de picape para 1t, para aproveitar ociosidade industrial. Será no Brasil – e em São Bernardo do Campo (SP), mais antiga de suas plantas industriais. Incentivos do governo paulista.
Mercado – Concorrerá com GM S10; Mitsubishi L200 Sport; Ford Ranger; Nissan Frontier; Mahindra; Fiat Tata. Disputado, porém o segmento de maior lucro por unidade vendida. Como dizia o engenheiro metalúrgico e ex-ministro Nuri Andraus, - Até macaco monta picape.
Solução – Multi-nacional brasileira em ônibus, em queda de 16% nas exportações, a Marcopolo foi às compras: 40% da San Marino, como ela construtora de ônibus em Caxias do Sul (RS). Sinergias para reduzir custos.
Conjuntura – O sistema DNA Security chega aos veículos de transporte de cargas e passageiros. Em baixo relevo, em 16 pontos diferentes, testes por três anos nos de passeio calculam evitar em 60% o índice de roubo e furto.
Aditivo – Com o nome Techtron, a Texaco pretende revitalizar vendas de sua gasolina aditivada Premium. É dispersante de carvão, borras, resíduos, mantendo limpos sistema de alimentação, válvulas e câmara de combustão.
Falta combinar – Michelin, fabricante de pneus, e Umbro, de material esportivo, anunciaram a X Boot III. Dizem, "é uma chuteira que proporciona controle exclusivo da bola". Se verdade, mudará tudo no futebol: aumento substancial no número de gols, e revolução no ranking de jogadores e no valor de seus passes. De hora em diante, quem errar chute e perder gol é descontrolado.
Ecologia - Os combustíveis renováveis, solução mundial para reduzir emissões veiculares poluentes, estão a ponto de virar dor de cabeça para os brasileiros. Se reconhecidos como commodities, e contratos de compra e venda na Bolsa de Mercadorias de Chicago, serão negociados para países com moeda e renda interna fortes. E preços iguais: quer dizer, ganhar em reais, pagar em dólares.
Antigos - Dito maior encontro de veículos antigos do Brasil, o Paulista de Autos Antigos, abriu inscrições para participação. Será em Águas de Lindóia (SP), entre 27 de abril e 1 de maio. Informações e inscrições, www.autoshow.com.br/encontropaulista, ou tels (11) 3873 0456 ou (11) 3868 1830 horário comercial.
Gente – Paulo Rodrigues, jornalista, eleito presidente da Abiauto - Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, biênio 2007/2008 . Célia Murgel, editora do sítio Motorcar, vice. OOOO Martin Winterkorn, 50, executivo maior da Volkswagen mundial, será presidente do conselho da Scania. A alemã VW é a maior acionista da marca sueca. Indica fusão com a patrícia MAN, e interesses da VWAG. OOOO

Palio, Perdas e Ganhos


O novo Palio tem sutis diferenças do anterior. A mais gritante, obviamente, é o visual, mas há mais por baixo dos panos bonitos, de acordo com a imagem de marca: a cara do Grande Punto, próximo lançamento da empresa. A mais visível é também uma perda: os faróis não são mais os melhores do mercado. Os amplos conjuntos de parábola dupla, em que cada farol tinha uma função, agora são de refletor simples, onde são produzidos o facho baixo e o alto. Isto, claramente - e sem trocadilho -, é uma perda de eficiência pois, ou se faz bem uma coisa ou outra. As duas ao mesmo tempo... O facho baixo é razoável, nada demais. Mas, quando usado o alto, o baixo se apaga. Então, perto da frente, a iluminação é menor. E longe, não é mais o que era.
Outra sutileza é o uso de pneus maiores em toda a linha. Esta opção causa pequena perda de estabilidade direcional, ou seja, em velocidades maiores o carro "samba" um pouquinho em linha reta. Quem tem o modelo agora substituído saberá do que falo, aliás como acontece comumente em carros com pneus muito mais largos. No caso das versões com motor 1.8, eles chegam à medida 185/60-15, de dimensões maiores que os anteriores. Fenômeno sensível, mas sem incômodo em demasia.

Qual comprar?
Em suma, o novo Palio continua a ser um carro atual e bem adeqüado ao uso que se destina. Melhor que o Gol, mas ainda não é o Brastemp da categoria, o Fiesta. O melhor de ter e dirigir é o 1.4. O 1.0 quebra bem o galho, principalmente em grandes centros urbanos de topografia plana e usando álcool. As suspensões são de bom equilíbrio entre conforto e aderência, no ponto certo para o usuário normal. Para cidades ricas em ladeiras, recomenda-se o de motor maior, de valentia e retomada mais vitaminadas.
A versão 1.8 é mais firme, como de esperar, mas ainda bem utilizável no dia a dia. Só que o motor, de origem GM e conhecido desde o Monza 86, tem faixa de potencia concentrada em baixas rotações, aparente contradição com seu estilo bem esportivo: chega a 4.500 rpm pedindo marcha superior. Não é mais o gostoso 1.6 de 16 válvulas de outrora, cuja alma italiana deve ser ressuscitada no futuro 1.9 16V que vem no Grande Punto, de possível adoção neste novo Palio, aliás Pequeno Punto. (Texto: J. R. Mahar) / Foto: FBA

ACELERANDO (8 MAR 2007)

MULHER “X”, MODELO DO ANO

Hoje, neste 8 de março, a edição é dedicada especialmente aos insubstituíveis seres que, ´de fábrica´, já saem mais completos do que os homens: elas, as mulheres, lindas criações de Deus em dia de bom humor. Muito mais perfeitas, pois, sem útero, não há vida. Se carros elas fossem, os mais impressionantes desenhos teriam. Imagine o comparativo (no bom sentido, senhoritas), da carne com o aço. Aí vai!
Mulher Xis, modelo do ano. Preço: incalculável. Potência: de tirar o fôlego. Itens de série: air bag duplo frontal, faróis auxiliares com cílios bem cuidados, pintura impecável (sempre protegida por cosméticos). Pneus: os mais variados, para todos os tipos de baladas, terrenos, vias, calçadas. Salto alto, salto baixo, tênis e até com os pezinhos à mostra, a rodagem fica uma graça. Sistema de alimentação: muito econômicas. Um dia e meio rodando apenas com um prato de salada de rúcula e suco de maçã. Durabilidade: média de 90 anos com todas as fases brilhantes. Dos 20 aos 40 mil quilômetros não perdem a beleza e a disposição de encarar desafios. Na revisão de 50 mil, a comprovação de que a longa estrada pode deixar um veículo mais interessante. Aos 60, enfim, o final das trocas de óleo mensais, conseqüência da maturidade, da assinatura do tempo no corpo, que agora vai se acomodando a novos caminhos. Aos 70 mil, a performance da sabedoria é total e as engrenagens - apesar de desgastadas -, mantém-se intactas. Com 80 mil quilômetros, esse veículo atinge a plenitude do funcionamento: equilíbrio perfeito, motorização exata, congruência entre o falar e o agir, harmonia entre o ser e o existir. Aos 90 mil, o veículo-mulher, carruagem de beleza, atinge o ápice existencial.
Engana-se quem pensa que um modelo desses será destinado ao Ferro-Velho. Pelo contrário, muito mais que o bicho homem, (esse sim, frágil e incompleto), será exposto em museu, como raro exemplar de fibra, que ousou mudar para melhor e conseguiu superar obstáculos na lama ou no frio, que resistiu à falta de revisões, injustiças e preconceitos. Veículo único, com chassi Nº1, exclusivo pela própria natureza e belo de alguma forma. À mulher, o carro do ano, de todos os anos, o nosso respeito e admiração.


Boa leitura, cara leitora! Texto: Fábio Amorim

DESTAQUE - Gazeta Automóvel (08 MAR 2007)


Ana Margarete é editora da TV Gazeta de Alagoas e uma das nossas homenageadas de hoje.


“Leio a Gazeta Automóvel porque é o melhor informativo sobre veículos do Estado, com boas reportagens e informações atualizadas sobre o mercado”

CARRO INESQUECÍVEL: “Um Gol vermelho. Meu primeiro carro zero”

CARRO DOS SONHOS: “Um volvo XC90”

SITUAÇÃO INESQUECÍVEL VIVIDA A BORDO DE UM CARRO: “Aprender a dirigir num Dojão Charger R/T!”

VIAGEM DA BOA LEMBRANÇA: “Uma que fiz com meus pais de Maceió à Brasília”

CARRO INESQUECÍVEL DA FAMÍLIA: “Um Caravan azul do meu pai. A família toda viajava vários Estados a bordo dele”

O QUE DETESTA NO TRÂNSITO? “Falta de educação!”

QUE TIPO DE MÚSICA CURTE AO DIRIGIR? “Depende do humor. Mas geralmente é Paralamas, Skank e Marisa Monte”

HOBBY: “Dançar! Adoro!”

UM LUGAR: “Rio de Janeiro”

ÍDOLO: “Minha mãe. Ela e meu pai me deram o que tenho de mais precioso: a minha família!” COMIDA PREDILETA: “Áh! A lasanha gratinada da mamãe”

GPS (08 MAR 2007)

Vergonha Se esse país fosse um recanto sério, a BR101 que liga Alagoas a Pernambuco seria desativada agora mesmo. Esburacado e sem sinalização, o trecho está vergonhosamente mal cuidado. Caminhões te encaram na contramão para fugir de valetas e os perímetros urbanos mais parecem com o samba do criolo doido, com lombadas invisíveis e outros absurdos. Conselho bom: opte pela viagem litorânea. Ruim também, porém, mais tranqüila.

Otimista
Felipe Massa declarou na última segunda-feira (5/3) que a sua vitória no GP do Brasil de 2006 foi importante para conseguir respeito dentro do automobilismo. O rapaz está certo, pois calou a boca de muita gente que achava que ele seria substituído nessa temporada. Apontado por vários veículos de imprensa europeus como um dos concorrentes ao título e um dos maiores adversários de Fernando Alonso neste ano, Massa pode ser a boa surpresa de 2007. Só que...o espanhol está andando mais rápido nos treinos e tem muito mais experiência.

Recall do Volvo XC90 A Volvo Automóveis convoca proprietários de veículos Volvo XC90 modelo 2007 para efetuar substituição do eletroventilador. Em todo o país são apenas 13 veículos, cujos números de chassi são: YV1CZ595771362316; YV1CZ595771362543; YV1CZ595771362556; YV1CZ595771362567; YV1CZ595771362581; YV1CZ595771362604; YV1CZ595771362612; YV1CZ595771362633; YV1CZ855671363311; YV1CZ855671363313; YV1CZ855671363316; YV1CZ855671363333 e YV1CZ855671363335. Se tens um desses, então ligue para a Central de Atendimento no telefone 0800 707 7590 ou acesse www.volvocars.com.br (FA)

PÁRA-CHOQUE 010 - 08MAR2007


Mulher e taxista com muita honra e orgulho


Adriana Souza diverte-se ao volante de seu Fiat Uno e diz que o alto astral é o seu combustível

Ela nasceu em Osasco (SP), mas também tem raízes por aqui. Após uma separação do ex-marido, fato que partiu o seu coração em mil pedaços, Adriana Souza, uma sorridente e otimista brasileira de 35 anos, decidiu mudar de vida. “Tinha que me afastar para poder tomar um novo rumo”, desabafa melancólica, a bem humorada motorista de táxi, uma de nossas homenageadas do Dia Internacional da Mulher. Conheça a sua história.

Mudanças
Após conhecer Arapiraca (AL), terra natal de seu pai, ela se impressionou ao ver a beleza da capital alagoana. Ex-empresária do ramo automotivo, Adriana Souza conta que manteve durante anos um centro de reparação para veículos em São Paulo. “Lá eu vendia pneus, rodas, amortecedores e fazia todos os tipos de serviços, como alinhamento e balanceamento, mas, pesquisei o campo por aqui e vi que não daria muito certo continuar no mesmo ramo”, comenta a jovem senhorita.

Certa mesmo foi a sua opção em iniciar uma carreira como motorista profissional, coisa que vem dando certo há mais de três anos. “Depois que conheci umas pessoas aqui em Maceió que já trabalhavam nesse setor, achei que seria uma boa começar a dirigir um táxi nessa cidade linda, daí, decidi investir umas economias e aqui estou!”, comenta com muito bom humor, Adriana.

Rotina
Dona de um sorriso cativante, Adriana revela que sua rotina começa muito cedo. “Acordo bem cedinho e procuro me arrumar bastante para encarar o dia. Às 7 da manhã já estou lá na frente da Drogaria Santa Clara, meu ponto principal no bairro do Vergel do Lago”, comenta. Com garra pra colocar muito marmanjo no escanteio, ela cumpre religiosamente uma rotina de 12 horas diárias de trabalho. A bordo do seu econômico Fiat Uno, Adriana percorre as ruas da cidade em busca do pão de cada dia. “Comigo não tem tempo ruim! Se o freguês está calado eu vou logo puxando papo pra animar o ambiente”, brinca.

Preconceito
“Mamãe: essa mulher não pode dirigir!” Foi assim que um garotinho de apenas quatro anos gritou quando percebeu que quem estava ao volante era ela, uma mulher! “Achei muita graça na reação dele e as pessoas que estavam dentro riram muito, mas, posso garantir que sou boa no que faço”, destaca, orgulhosa.

“Siga aquele carro!”

Entre cantadas de marmanjos, riscos de assaltos e muitas idas e vindas pelas ruas de Maceió, Adriana relata que a viagem mais marcante e perigosa que fez ocorreu quando uma passageira ciumenta pediu para ela seguir rumo à casa da amante do marido! “Suei frio naquela ocasião, mas cumpri o meu trabalho e fui até lá! Quando a mulher chegou ao local, armou o maior barraco, pois havia descoberto que o marido traidor tinha comprado uma casa no nome de uma amiga dela!”, derrete-se em gargalhadas, a paulista e já alagoana, Adriana Souza.

Otimismo acima de tudo
“Uma coisa que me irrita no trânsito são essas pessoas que andam devagar pela faixa da esquerda, mas o que me tira do sério mesmo são as carroças e as bicicletas”, diz, como sempre, sorrindo. Mesmo longe da família e, principalmente do filho Gustavo de 11 anos, Adriana é dessas mulheres de fibra que não dá o braço a torcer por causa de bobagens. Seu Fiat Uno, além de utilizado por ela em dois expedientes, é alugado para um motorista que cumpre o turno da noite. “Aqui em Maceió somente sou eu e Deus ao volante. Mas adoro andar por essa cidade linda! Não tenho medo de trabalhar e nem da inveja dos outros. Faço a minha estrada com suor e alegria, afinal de contas, é preciso se levar a vida numa boa!”, finaliza a notável taxista que tem como meta trocar brevemente o seu valente Uno por um Siena ou um Astra, da GM. Alguém ousa duvidar que ela vai conseguir? Texto e fotos: Fábio Amorim

Praticidade e diversão para toda a família


Caravan LX, a minivan da Chrysler, oferece muito espaço e bom pacote tecnológico

Está pensando em comprar uma van para passear com a família inteira? Então dê uma olhadinha na Caravan LX, carrão da Daimler-Chrysler que comporta cinco pessoas com a maior folga.

Carente de opções como essa, o mercado brasileiro não costuma oferecer veículos de grande porte que conduzam com conforto alguns adultos. A não ser os grandes SUVs (sport utility vehicle) geralmente muito caros (como a BMW X5 ou o Audi Q7) ou então os SWs (station wagon) derivados de picapes. A Caravan LX, testada rapidamente pela Gazeta Automóvel, tem um pouco de tudo que três tipos de carros distintos podem oferecer: possui a praticidade de um sedã de passeio, a versatilidade de uma grande SW e o espaço de uma picape.

Estilo
Elegante (por causa do design moderno), prática (pela sua arquitetura interna) e bem luxuosa no acabamento, a Caravan LX, segundo a fábrica, é uma representante fiel da tradição que a marca tem em construir minivans. Ergonomicamente muito bem resolvido, esse carro é primorosamente agradável de andar pela maciez de sua suspensão e, principalmente, pelo conjunto motor potente + transmissão automática competente. Um V6 de 182 cv (3.3litros), impulsiona a massa de 1.950kg desse veículo com facilidade e desenvoltura. O resultado para quem guia (e para quem está pegando carona) é uma locomoção silenciosa, sem trancos e extremamente tranqüila.

Detalhes
Imponente, com seus quase 1.75 cm de altura, a Caravan LX chama atenção por onde passa. Seguindo uma tendência mundial no desenho de seus carros, esse espécime Daimler-Chrysler é fiel às heranças genéticas, pois se parece com o restante da linha. Os faróis de composições ovais dão um tempero bem adequado à frente, que possui capô em estilo ´clean´ e grade impactante com seu logotipo em forma de asa. Não é monstrengo que envelheça com rapidez, pelo contrário, é figurinha futurista, porém, sóbria, como uma peça de decoração familiar. Combina com pipoca, idas ao cinema e correrias às praias ou clubes, tudo em família, com o conforto que uma boa turma merece.
Como itens de série, traz variados air bags (frontais e laterais), ar-condicionado (dual zone), portas laterais com aberturas automáticas, espelhos de cortesia iluminados, faróis de neblina, som com CD, vidros, travas e portas com acionamento elétrico, piloto automático, entre outros mimos interessantes num veículo para esses fins, como os variados porta-trecos.Febre nas locadoras americanas de carros, a Caravan LX é interessante opção para longas viagens em grupo, para pequenas recepções turísticas, ou, ainda, para um dia-a-dia onde a falta de espaço não seja um causador de problema. (FA) Foto: FBA

Fazendo carros com plantas


Um dos aspectos mais marcantes da personalidade de Henry Ford era seu apego à terra e seus produtos. De fazenda modelo à produção industrial de suco de tomates, do aproveitamento das fibras vegetais na construção de partes para veículos.

O primeiro automóvel construído a partir de fibras vegetais, foi feito em Dearborn (EUA), onde está a sede mundial da companhia. Sob seu patrocínio, meios e supervisão, o Engº Lowell Loverly desenhou, deu formas e construiu pequena série. Abria um caminho novo, hoje mandatório: pequeno, leve, e eficiente no uso do petróleo. Loverly mesclou resinas plásticas com mantas de tecido tramadas a partir de soja, linho, maconha e trigo. Fez um carro de linhas agradáveis, adequadas à época, baseado em mecânica Ford e seu menor motor veicular, V8 de 2.200 cm3 – depois motor do Simca Chambord no Brasil.

rodução pequena, artesanal. O principal problema do carro, o cheiro do plástico e das fibras vegetais, nunca foi resolvido em sua curta vida. Meses depois a produção de automóveis foi substituída pela de veículos militares para a II Guerra e, ao seu fim, a saúde de Henry Ford estava debilitada. Sem o sólido avalista, a idéia de um Ford alternativo e ecológico minguou. (R.Nasser) Foto: acervo Ford

sexta-feira, março 02, 2007

ACELERANDO (01 MAR 2007)

MAQUIAGENS E AÇÕES

A guerra da concorrência continua. Na nossa capa o Novo Palio 2008, enfim, oficialmente mostrado ao mundo. Já andamos com ele lá nas rodovias de Natal, no Rio Grande do Norte somente para trazer as impressões quentinhas para você, caro(a) leitor(a). O Golf também já apareceu desde a semana passada em apresentação à imprensa especializada de revistas automotivas. Quem quiser ficar pra trás que cruze os braços e não faça nada. Lembre-se: já estamos em 2008. O Ford Fiesta abriu caminho para o novo Fiat e o Golf geração 4,5 da VW. São as novidades do futuro, prontas agora.


A ágil Fiat fez mudanças significativas para recativar o já fiel cliente da marca. Anuncia lançamento do novo motor 1.8 com DNA italiano, para abandonar de vez o ex-joint-venture com a GM, o 1800cc antigo, derivado do Monza e que vibra acima das expectativas. Talvez com isso consiga melhora de consumo em seus carros flexíveis dessa linha. Não se sabe. Todos dessa estirpe, sem exceção, (ou melhor, excluindo o velho Uno e o Renault Clio, ambos 1.0), são beberrões. Álcool há, álcool vende-se. Falando nisso, os americanos já fazem álcool do milho, para inventar, ou melhor, aperfeiçoar seus veículos movidos a plantas. Vão desenvolver um bi-combustível muito melhor do que os nossos, pode esperar. Porque, apesar de perdulários, americanos do norte, ao contrário dos do sul, não suportam enganações em seus bolsos. Não aceitarão carros ´flex´ bebendo um litro de álcool a cada 5 quilômetros. Se isso acontecer, a campanha será lançada: i hate flex! Não tenho dúvida e participarei dela, à distância, tentando fazer verão em solitário.
Como chegou o verão no texto, não posso deixar de publicar elogios ao povo do Rio Grande do Norte. Em mega operação, a cidade de Natal recebeu cerca de 1500 pessoas extras neste evento da Fiat. Atenciosa, a montadora italiana foi impecável nos detalhes. Em parceria, os habitantes locais, incluindo prefeitura e governo do Estado, auxiliaram o evento. O resultado foi um encontro 100% bem organizado, o que comprovou (para mim) aquilo que o Brasil já sabe: a vocação turística séria e a capacidade de receber com um sorriso estampado no rosto as pessoas de fora. Coisas que a gente não esquece.



Cordial abraço! (Texto):Fábio Amorim

Roda-a-roda do NASSER (01 MAR 2007)


Reduzir, crescer - O grupo Chrysler, da DaimlerChrysler, anunciou projeto valente: lucrar 2,5% / veículo; e US$ 4,5B em 2009. Dispensará 13.000 funcionários fixos e 11.000 horários; deixará de fazer 400 mil carros; reduzirá turnos; fechará fábricas; 20 % de suas revendas; fará parcerias com fornecedores; ampliará associações internacionais – hoje fabrica carros para a Volkswagen; compra outros da Hyundai; e associou-se à chinesa Chery. Quer tornar-se melhor, focando, com coragem, nos veículos com melhor consumo. Lançará até 2009, 20 produtos novos e 13 completamente remodelados.
Porque - Por trás disto está a asssincronia na união Chrysler com Daimler-Benz. Ano passado as perdas de US$ 1,4B pela Chrysler, foram o dobro do lucro da Daimler. Não será surpresa para a “Coluna” se a Daimler colocar a sócia à venda.
Menos - A Kia cortou R$ 2 mil do preço do Picanto. Agora, completo, transmissão manual, R$36 mil. Automático, R$41 mil. A medida, dita reposicionamento, busca aumentar vendas.
Em janeiro, apenas 66 unidades das projetadas 200. O Picanto, menor carro do mercado, tem charme e pacote de equipamentos de carro de faixa superior, e a versão automática é ideal para cidades com trânsito pesado.
Pequeno – Do pequeno Ford, feito sobre a plataforma anterior do Fiesta, e soluções industriais do Ka: tem agradado a todos que o viram; a alta direção da montadora olha-o com olhos esperançosos, pretendendo 150 mil unidades anuais – mais da metade da produção na Bahia; o primeiro protótipo ao ser montado, funcionou sem problemas, mecânica e carroceria bem ambientados, prova de acerto do projeto.
Competência – A Ford no Brasil tem capacidade de projetar. No EcoSport, desenvolvido junto com o europeu projeto Fusion – não é o sedã mexicano, sucesso local no mercado dos médios-grandes - a engenharia brasileira o fez muito melhor. Abriga motores de maior cilindrada, o estilo é jovial e alegre. A versão européia recebe, no máximo, motor 1.600, e é apenas chinfrim.
Projeto - O novo Ford tem pretensões: vencer o desafio de produção em São Bernardo do Campo (SP), de maiores custos operacionais superiores aos de Camaçari e movimento sindical provocando as indústrias lá instaladas a migrar para outras regiões. Internamente, aumentar a participação da Ford no mercado, atuando na faixa de preços abaixo do Ka. E fazer o mesmo na América Latina e México.
É nosso... – O Presidente Lula enviou Medida Provisória ao Congresso para impedir a compra por estrangeiros, de áreas de território nacional. Nos esforços mundiais para reduzir emissões veiculares poluentes, e o aumento da temperatura da Terra e suas catastróficas conseqüências, o álcool e o biodiesel são vistos como a melhor e mais econômica das soluções. E pela constatação que sensível número de usinas de álcool, e enormes áreas agricultáveis para a produção de óleo combustível, já pertencem a empresas estrangeiras, o governo quer colocar um freio na questão.
Ainda não – O Fiat Gran Punto não estreará o novo motor 1.8, 16 válvulas e 140 cv, em desenvolvimento e testes pela montadora. Ainda demora. Coisa para 2008.
Moto - Empresa que mais cresce no setor, Sundown lançou modelo STX 200, para uso em estrada e fora dela. Elegeu como concorrente a Honda NXR 150 Bros, e exibe as unhas: partida elétrica, freio dianteiro a disco, tamanho e torque de 1,45 mkgf e 16,7 cv de potência. Custa R$ 8.500. A NXR Honda, R$8.134,00.
Troller - Jipeiros do Nordeste acharam curioso a Troller, empresa cearense e patrocinadora da Copa com seu nome, anunciar para a temporada provas apenas no Sudeste. Aliás, como se chama o jipeiro que usa a marca? Trolleiro? Trollista?
Norma – A partir de 15 de abril não será mais aceito como documento de identificação de veículo, cópia de certificado de propriedade autenticada pelos Detran. Medida do Contran torna obrigatório portar o documento original, sob pena de multa e penalização na carteira de habilitação. Diz, a medida é para evitar furtos.

Antigo - Peter Gilbert, norte-americano, durante convenção anual de donos de Saab, anunciou doar seu sedã 900 SPG 1989, ao Museu do Automóvel, em Hartford. Superara 1,6M km sem necessitar de retífica. Contou o segredo: cuidar do automóvel e trocar todos os fluídos. Deixou implícita a qualidade construtiva dos Saab, hoje marca GM e, à época, utilizando tecnologia metalúrgica de caminhões pesados Scania.

Novo Palio, mudando para o futuro


Parece governo novo. Muda tudo – para continuar tudo igual. Esqueça a parte do governo mudancista, tocado usualmente sem metas de futuro, atenha-se ao objetivo. O Palio mudou muito, para continuar igual – grande crescimento de participação no mercado, aumento de possibilidades de ser o mais vendido. A apresentação, ocorrida em Natal (RN), não prometia muito. Afinal, todos os jornalistas e meio mundo haviam visto fotos correndo o planeta seladas à Internet. Mas, ao exibir detalhes, a Fiat surpreendeu.
Trabalhos de criação de novos atrativos sobre veículos existentes, usualmente caem na vala comum de muita festa e pouca essência. Tem-se usual sensação de novidade desenhada na tesouraria – e não por equipe de design. Valem mais os cortes de orçamento que as linhas. A Fiat fugiu disto com habilidade. Poupou-se de meia-sola. Ao contrário, fez trabalho extenso, mesclando meios e competências entre seus centros de estilo em Betim (MG), Brasil, e Turim, Itália: nova frente, vincos no capo, harmonia no grupo óptico, novo pára-choques, lanternas traseiras horizontais, novo interior. Conseguiu bom resultado. O novo Palio se impõe como novidade e mantém-se atrativo como produto. A Fiat apontou com precisão aos itens sensibilizadores do público: linhas atrativas, boas sensações de habitabilidade no interior, no conduzir ou ser conduzido – e preço. Focará sua campanha em dois pontos básicos: a sensibilidade para entender e atender o público; e a emoção para as mudanças. Quer avivar uma linha de parceria com o mercado, com produtos correspondendo às suas demandas, antecipando-se na apresentação de itens tecnológicos.
Nesta linha, para o consumidor, surpresa adicional: não houve aumento de preços.
A linha foi compactada em carrocerias de duas e quatro portas; motores de 1.0; 1.4 e 1.8 litros; dois níveis de decoração e equipamentos. E, num esforço assemelhado ao promovido recentemente pela Ford, criou um pacote de equipamentos liderado por ar condicionado, direção hidráulica, para melhorar o nível de conforto e utilização das versões iniciais.

Capo Lavoro
A expressão italiana significa trabalho de mestre, o melhor a ser feito numa situação ou conjuntura. Vale o carimbo. A Fiat não tem apenas um carrinho para mudar frisos e lanternas. Muito mais, este é o seu guerreiro. É o mais vendido dos Fiat, médias 13 mil unidades/mês; cresceu 30% em vendas em 2006 relativamente a 2005, quando o mercado se expandiu 13%; e está colado no Gol para tornar-se o mais vendido – como o fez por alguns meses ano passado. Outra característica no mercado interno, é a necessidade do Palio em se renovar com charme, atrativo, falar a língua visual e com os sinais para ser entendido e comprado pelo público. Nesta missão, foi fundamental criar um espaço de ação e preços, deixando uma lacuna ao próximo lançamento da empresa, o Gran Punto, a ocorrer neste ano, assegurando-lhe uma faixa de preços nitidamente superior, proporcional ao seu tamanho.
Outra percepção é a de ser o primeiro produto pré existente, preparado a enfrentar a novidade chamada Renault Logan, a surgir este ano, em outro conceito: simplicidade de projeto e decoração, penúria eletrônica e tecnológica, porém grande e com motor 1.6. Ninguém sabe o tipo de reação do mercado ante a nova proposta. A Fiat apostou em refinamento visual, de sensações e de tecnologia. Preocupou-se com o plano internacional. Internamente, além de ferramenta de conquistar mercado, vendas e fazer lucros, é ingrediente do sucesso da marca no Brasil. Tem gestão de qualidade e, manobrou com habilidade, fugindo aos efeitos da tempestade enfrentada pela matriz, cujos prejuízos quase a fizeram naufragar. Manteve-se lucrativa, exemplo a ser seguido, referência sempre lembrada em todas as muitas reuniões de salvação da matriz. Os bons resultados da Fiat Automóveis S/A, garantem a liberdade e os recursos para mudanças, alterações e, até, expansões para mercados estrangeiros.

Quanto custa?
Versão ELX 1.0 (66 cv) R$28.700,00 / ELX 4P 1.0 (66 cv) R$ 30.260,00 / ELX 4P 1.4 (80 cv) R$31.980,00 / 1.8R 2P 1.8 (113-115 cv) R$40.300,00 e 1.8R 4P 1.8 (113-115 cv) R$41.850,00

Coleguinhas, obrigado
Sempre soube que esta “Coluna”, publicada em oito jornais e quatro sítios, incluindo o prestigioso Automotriz, venezuelano líder em países de língua espanhola, e na parte latina dos USA, tinha alguns leitores. Há tempos, credenciada agência de comunicação, informou ser reproduzida em dúzia de publicações. Cópia ilegal, sem citação de autoria ou remuneração.Percebi, entretanto, o prestígio de mais colegas da imprensa. Foi através do recente “furo”, a antecipação mundial da notícia, aqui publicada sobre a produção próxima da picape Mitsubishi Triton, pela MMC no Brasil. Gerou incontáveis reproduções em jornais e sítios. Umas, dando crédito à informação; outras, copiando todos os detalhes; outros ainda, em raciocínios tortuosos – e errados – da substituição do L 200 pelo Triton. A uns e outros agradeço o prestígio e lembro a oportunidade de contarem normalmente com a “Coluna”. Para detalhes de comercialização, edita@rnasser.com.br (Texto: Roberto Nasser) Foto: Studio Cerri

Aperfeiçoando para vender mais


Novo Palio 2008 muda carroceria e a parte interna, mas mantém os mesmos motores

Apresentado mundialmente na cidade de Natal (RN) no último dia 27 de fevereiro, o novo Fiat Palio 2008 renasceu maior e mais bonito na sua 4ª geração. Sucesso de vendas da marca, o modelo tornou-se um desafio aos projetistas das Fiats brasileira e italiana, que, nos últimos dois anos tiveram a missão de aperfeiçoar um produto já consagrado no mercado. De acordo com Carlos Eugênio, diretor de produto da Fiat do Brasil, a maior tarefa foi melhorar uma coisa que já cumpria bem a sua função.

Mudanças
A primeira impressão que se tem ao ver o novo Palio “carrualmente” (como dizia o meu amigo Marx Malta, o Veinho, para não falar pessoalmente), é que ele está maior. De fato, a carroceria cresceu em vários aspectos e está totalmente nova. A renovação começa pela dianteira com os faróis mais harmônicos e limpos, além de repuxadinhos na lateral, invadindo os pára-lamas dianteiros. O capô e a grade compõem um estilo em forma de cunha, coisa robusta e imponente. Na traseira, a tampa do porta-malas mudou, assim como as lanternas também, mais gordinhas, bem desenhadas com linhas arredondadas e que destacam uma teia em forma de círculo que dá uma impressão futurista, como se esta fosse recheada de leds.

Grande surpresa foi a mudança na lateral do veículo. Os traços dessa parte da carroceria estão bem mais dinâmicos do que na geração anterior. Eles possuem agora mais volume e são ornamentados pelo novo corte do vidro lateral traseiro. Há opção também da instalação de minissaias que complementam essa nova roupagem. No geral, sem dúvida, o carro ficou melhor que o antecessor e esnoba carisma, força, dinamismo e elegância, tudo isso com coerência estilística e o mais importante: sem perder o DNA da família que o criou.

Por dentro
Após 330 mil horas de trabalho dos profissionais da Fiat e um milhão de quilômetros rodados em testes, o novo Palio também ganhou novidades por dentro. A ergonomia continua de bom tamanho. O painel mudou e agora traz detalhes tridimensionais com desenhos lógicos e visíveis. Alguns comandos, como o do acionamento do pisca alerta, mudaram de lugar. O novo Palio poder vir com até 18 porta-objetos e traz de série alguns mimos interessantes, como espelhinhos nos dois pára-sóis e ajuste de coluna de direção. Como novidade, disponibiliza, também, novos tecidos para os bancos. Na versão top, o 1.8R, o volante vem emoldurado em couro e as costuras em linha vermelha. Interessante para essa opção esportiva.

Modelos e impressões
O novo Palio mudou a cara e a nomenclatura. O de entrada agora denomina-se ELX 1.0. As versões são as seguintes: ELX 1.0 (2 portas), motor Fire de 66hp, R$28.700. ELX 1.0 (4P), R$30.260. ELX 1.4 (4P) 81hp Fire, R$31.980, e o mais luxuoso, o 1.8R de 115hp (2P = R$40.300 e 4P = R$41.850). Segundo a fábrica, ele concorre com o Peugeot 206 Feline e com o Corsa SS, mas, possui mais equipamentos e menor preço. Além das novidades plásticas, o novo Palio 2008 ganhou três opções de kit´s que podem incrementar o produto. São eles: Sport, Emotion e o Attractive. Ambos variam em aquisição de frisos, rodas, ar-condicionado, vidros elétricos, etc...
Acelerei pelos arredores da Barreira do Inferno na capital do Rio Grande do Norte, um modelo vermelhinho 1.8 R. Esse carro ainda sai de fábrica com o antigo motor 1.8 Chevrolet, derivado do GM Monza, mas, em breve deverá ter a motorização substituída por um legítimo Fiat de 140 cv. Ágil, dinâmico e espertinho, o Palio 1.8 tem gás de atleta e não decepciona nas retomadas. Bem acertado em freios, suspensão e acessórios, pelo que custa, doa louváveis confortos ao motorista e ocupantes. Silencioso, roda macio (coisa que lhe é característica), e passa sensações de segurança, daquelas de sentir o carro nas mãos. Foi um passeio em pistas planas, num trajeto curto. Bom de tocada, possui sistema de som ligado ao acelerador: quanto mais se pisa, mais o som aumenta. Cheio de milongas, na versão mais cara, tem cintos de segurança vermelhos, rodas aro 15, charme e muita personalidade. Especialmente nas cores vermelho e amarelo, é vitrine ambulante e certeza de ser notado nos semáforos. Bom conjunto que merece respeito. (Texto e fotos: Fábio Amorim)

DESTAQUE - Gazeta Automóvel (01 MAR 2007)


Léo Palmeira, sagitariano de 16 de dezembro, é colunista social da GAZETA DE ALAGOAS. “Gosto de ler a Gazeta Automóvel para ficar por dentro das novidades, principalmente das notícias locais sobre o mundo dos carros.”

CARRO INESQUECÍVEL: “O meu primeiro, um Gol CL 1.8. Eu juntava cada centavo da minha mesada para equipá-lo. Ficou perfeito!”

SITUAÇÃO INESQUECÍVEL A BORDO DE UM CARRO: “Viajar com minha família é tudo de bom.”CARRO DOS SONHOS: “Jeep Grand Cherokee”

VIAGEM DA BOA LEMBRANÇA: “Para a Argentina com minha família, revezando o volante com meus irmãos.”

CARRO INESQUECÍVEL DA FAMÍLIA: “Um Passat de meu pai que foi o usado por ele para ensinar a mim e a meus irmãos a dirigir.

O QUE DETESTA NO TRÂNSITO? “Detesto gente que gosta de brincar de Fórmula 1 em plena cidade. Odeio imprudência.”

TIPO DE MÚSICA QUE GOSTA DE OUVIR QUANDO DIRIGE: “Música animada, axé, pagode, dance, sendo animada...”

ÍDOLO: “Minha mãe, Lilian Rose-Maria José Palmeira. Perfeita! Ela sempre fez de tudo pela nossa felicidade.”

COMIDA PREDILETA: “Adoro carne, picanha então...”UM LUGAR: “Amo a minha casa, mas um dia quero levar meus filhos à Disney, um lugar mágico de verdade que acho perfeito para se devertir com estilo.” (FA) Foto: divulgação

PÁRA-CHOQUE 009 - 01MAR2007


GPS (01 MAR 2007)

Dando as cartas No último sábado (24/2), foi Fernando Alonso quem ditou o ritmo dos testes da F1, temporada 2007, no circuito de Sakhir no Bahrain. Guiando o novo McLaren MP4/22, o piloto espanhol fez o melhor tempo do dia com 1min30s994. O segundo tempo ficou com o novato piloto inglês, Lewis Hamilton, guiando outro McLaren. O brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, fechou o dia na terceira posição seguido pelo seu companheiro de equipe, Kimi Räikkönen.
A primeira Até agora o apelido que deram para ela foi “Robust Pick-up”. Trata-se da primeira picape média da VW que, segundo a Revista Quatro Rodas, já roda nas dependências da fábrica da marca em Resende.
No capricho Para marcar a chegada do Novo Palio 2008, a Fiat caprichou no evento de lançamento. Em Natal, no belo Rio Grande do Norte, centenas de jornalistas especializados de 18 países vieram conhecer a máquina renovada. A Argentina formou a segunda maior delegação depois da turma de brasileiros. O veterano jornalista Fernando Siqueira, natural do lugar, esteve sorrindo à toa com o sucesso da festa.
Falando nele... Em gentil recepção, nos levou, a mim e ao jornalista Paulo Cruz, a conhecer sua especialíssima coleção de carros antigos. De causar espanto pela conservação impecável, compõem o acervo: um belíssimo Opala 3800 azul claro, um Camaro prata, duas lindas Mercedes (SL 300 conversível e outra sedã 2.3 de 4 portas), um Landau azul-marinho, um SP-2 prateado e outro Chevrolet dos anos 40. (FA)

Maserati Gran Turismo será lançada na Suíça


Modelo com design Pininfarina vai ser apresentado agora em março no Salão de Genebra

Mais do que um esportivo, um símbolo de conforto e desempenho, a Maserati GranTurismo surge como um carro robusto que pode ser apreciado todos os dias, principalmente, pelo felizardo motorista que terá o prazer de guiar um desses. Belíssimo, esse bólido nasceu do renomado estúdio Pininfarina e a sua atmosfera de desempenho com linhas audaciosamente bem criadas, possivelmente o transformarão numa referência em sua categoria.
Para quem quer velocidade aliada à exclusividade e conforto, a Maserati GranTurismo é ótima opção, pois é toda construída com atenção especial no luxo do interior utilizando os melhores materiais do mercado.

Desempenho
A nova GranTurismo, obviamente, seguindo a mesma linha da família, é um carro esportivo de alta performance e, de acordo com a fábrica, é “excitante de dirigir”. Seu motor é um indefectível propulsor V8 de 4200 cilindradas (ou 4.2 litros) que desenvolve uma potência de 405 hp. Bem feita, essa Maserati tem uma distribuição de peso de 49% na dianteira e 51% na traseira, o que promove um excepcional equilíbrio em curvas, retas, frenagens e retomadas. Esse modelo é equipado com um câmbio automático e também é dotado de um sistema de controle adaptável, o qual ajusta o modo do câmbio ao estilo de direção e condições de passeio.

História
A tradição da Maserati no conceito da GranTurismo vem de 1947 quando a ´Casa do Tridente´, seguindo a demanda de seus clientes, revelou no Salão de Genebra a sua primeira GranTurismo, a A6, com design do grande mestre Pininfarina. Foi o primeiro carro da Maserati feito para as ruas, com apenas 58 unidades produzidas. Na época, este automóvel foi aclamado pela imprensa automotiva por seu avançado conteúdo tecnológico e por suas inovadoras soluções de estilo.

O nome do novo modelo – Maserati GranTurismo – não aconteceu por acaso. Mais uma vez a parceria entre a Maserati e a Pininfarina dá origem a um carro capaz de gerar emoções e se colocar a salvo de seus concorrentes, graças a técnica com que é construído e seu estilo único. De acordo com a fabricante, a nova Maserati GranTurismo representa mais um passo rumo à excelência, seguindo o lançamento mundial da Quattroporte Automatic no Salão Internacional de Detroit – EUA 2007. (AMF) Fotos: divulgação

Honda lança novo carro no Japão


Misto de sport-utility e compacto, modelo destaca-se pela versatilidade e espaço

A Honda Motor Co. anuncia a chegada do Crossroad, veículo que une o melhor de várias categorias em um único automóvel, ao combinar o design e a funcionalidade de um SUV (Sport Utility Vehicle) com a praticidade de um compacto.
O Crossroad já está à venda no Japão e foi desenvolvido seguindo a premissa de um modelo que pudesse atender aos desejos de consumidores com estilos de vida mais ativos e ainda manter o uso cotidiano. No exterior, os grandes pára-choques, a linha de cintura alta e a coluna central dão a idéia de um veículo capaz de enfrentar qualquer aventura, enquanto o interior conta com materiais refinados em um projeto que aproveitou o espaço interno de forma excepcional. Graças a isso, o Crossroad é capaz de acomodar tranqüilamente sete ocupantes, divididos em três fileiras de bancos, e medir apenas 4,29 m.

Força
O utilitário compacto está disponível em duas opções de motorização: 1.8l ou 2.0l com sistema i-VTEC (Variable Valve Timing and Lift Electronic Control), capaz de gerenciar o tempo e a abertura das válvulas para otimizar o desempenho e diminuir o consumo de combustível. A transmissão de cinco velocidades é combinada com a tração 4x4 Real Time (mesmo item que equipa o Honda CR-V comercializado no Brasil) que transmite potência inicialmente apenas às rodas dianteiras e distribui a força entre as quatro quando necessário. O pacote de segurança do Crossroad ainda conta com controle de estabilidade VSA (Vehicle Stability Assist), freios ABS e função Hill-Start Assist, que mantém temporariamente a pressão no freio sobre as rodas mesmo após o pedal ser completamente solto, auxiliando assim as arrancadas em subidas íngremes de forma mais suave e amigável. (AH) Fotos: divulgação

Banco do Brasil amplia carteira de financiamento de veículos


Instituição oferece atrativos para a aquisição de carros novos e usados com até 15 anos


Acompanhando uma alta tendência do mercado de financiamento de veículos, desde o ano passado, o Banco do Brasil está injetando ânimo em sua carteira do setor. De acordo com André Holanda de Melo - gerente de mercado da instituição em Maceió (AL) -, as taxas atrativas, as facilidades no prazo da entrada e a ausência de intermediários no processo de financiamento de automóveis, são apenas três vantagens que o consumidor poderá desfrutar ao escolher o BB como parceiro na aquisição de um veículo. “Demonstrando rejuvenescimento e atualização, o Banco do Brasil agora está investindo pesado no mercado de financiamento para veículos e, apesar de estarmos a menos de dois anos atuando nesse nicho com mais força, os resultados já estão se mostrando favoráveis para ambos os lados”, comenta André.

Ampliação
Na realidade, o BB já operava com essa linha de crédito, no entanto, recentemente é que o comando da instituição decidiu participar com mais intensidade nesse tipo de transação, tão comum no mercado e que mostra números significativos entre clientes com perfis variados, desde os mais simples, que procuram adquirir o primeiro veículo, aos mais ousados, que buscam a ampliação de uma frota, por exemplo.

Nesse instante, o serviço de Crédito Direto ao Consumidor ou o “BB Crédito Veículo”, como é oficialmente chamado pela empresa, passa por uma metamorfose, ou seja, além de já atender aos correntistas do BB, até o final de 2007 estará, também, financiando veículos para pessoas não-correntistas. “Já existe um projeto-piloto em algumas praças do Banco do Brasil onde pessoas que não possuem uma conta corrente conosco estão sendo beneficiadas pelos nossos financiamentos”, adiciona, André Melo.

Facilidades
Segundo o executivo, o passo inicial para quem tiver interesse nesse tipo de serviço é procurar o seu gerente de contas em alguma agência do BB de Alagoas. “Desse jeito será mais fácil entender todo o processo, mas já adianto que o objetivo do Bando do Brasil em ampliar os serviços nessa carteira ligada a automóveis é facilitar a vida do cliente, desburocratizando todo o sistema de aquisição de um veículo. Outro detalhe interessante e que se difere de algumas instituições financeiras tradicionais é que o financiamento via ´BB Crédito Veículo´ é feito diretamente pelos nossos funcionários, ou seja, não há intermediários na transação, não existem comissões a pagar, o que diminui custos ao usuário no cômputo final”, conclui, André.

Variedade
Antônio Araújo Coutinho Neto, gerente de relacionamento do BB, complementa alguns detalhes técnicos dessa nova fase. “Financiamos motos, triciclos, carros de passeio, picapes, jipes, microônibus, ônibus e até tratores, todos novos ou usados, no caso desses últimos, os automóveis têm um limite de 15 anos de idade e as motos e triciclos, de quatro anos”, comenta.

O executivo destaca, também, que o financiamento dos automóveis tem cobrança via conta corrente pelo sistema de débito automático, o que elimina o custo de boleto pelo tradicional carnê e a primeira parcela pode acontecer com carência de até 59 dias após a contratação. Nesse tipo de serviço o BB está oferecendo taxas a partir de 1,35% ao mês e o financiamento para automóveis pode atingir até 90% do valor do veículo, que pode variar entre R$2.000,00 e R$100.000,00. “A liberação do financiamento é feita via crédito em conta-corrente, possibilitando a negociação do preço à vista e o parcelamento pode ser feito em até 60 meses, sem contar que, na contratação do Seguro Ouro Auto, há possibilidades de desconto de até 35% para os clientes”, enfatiza, Antônio Neto. (FA) Fotos: divulgação