quinta-feira, julho 19, 2007

Alto desempenho e baixo consumo


Motor turbo com 530 cv: é o Porsche 911 GT2

O novo 911 GT2, a ser apresentado no salão do automóvel de Frankfurt, representa mais um marco para a Porsche. Com motor biturbo com 530 cv de potência, o GT2 é o mais potente 911 de rua em toda a história da marca. Disponível exclusivamente com tração traseira e câmbio manual de seis marchas, o 911 GT2 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos e atinge velocidade máxima de 329 km/h.
A nova versão do Porsche 911 GT2 estará à venda na Europa a partir de novembro. A Stuttgart Sportcar, importadora oficial da Porsche para o Brasil, trabalha para ter o modelo ainda neste ano. Além do estilo marcante, com largas entradas de ar na dianteira e na asa traseira (características desta versão), o 911 GT2 oferece um nível de consumo de combustível antes considerado impossível de ser obtido em um carro de sua categoria. De acordo com a norma NEDC (New European Driving Cycle), o consumo 911 GT2 (média cidade-estrada) é de 8 km/l. (LD/RAPI) Fotos: divulgação

Logan ganha novo acessório


Stetsom apresenta mini-hastes para o mais novo lançamento da Renault do Brasil

A Stetsom Eletrônica, tradicional empresa do mercado de equipamentos e acessórios automotivos, também gosta de atender aos usuários que gostam de personalizar o carro.
São dois modelos de mini-hastes esportivas, ambas com design arrojado, que tem o intuito de dar um “toque de modernidade” ao Renault Logan.
Os dois modelos foram desenvolvidos em latão, material nobre para fabricação de hastes e antenas. A base e a ponteira são cromadas e a vareta é na cor preta. A utilização de material de primeira na fabricação e acabamento com alto padrão de qualidade, garante ao produto a permanência do brilho com o decorrer do tempo. Segundo informações do fabricante, a mini-haste ST 4390 é cromada e possui vareta preta. Já a mini-haste ST 4395, é frisada, cromada e também tem a vareta preta. Todos os modelos mantêm a excelência na recepção dos sinais de AM e FM. A Stetsom publica que a sua durabilidade já foi comprovada através de rigorosos testes de resistência a ácidos álcalis e raios UV. (OA/RAPI) Foto: divulgação

Luxo e conforto aliados à alta velocidade e segurança

Chegam os novos VW Passat V6 e Passat Variant V6: o máximo em esportividade

A família Passat agora está completa no Brasil. A Volkswagen passou a disponibilizar os novos Passat V6 e Passat Variant V6, as versões mais sofisticadas dos modelos. Equipados com o exclusivo motor 3.2 litros V6 de 250 cv, com tração integral permanente (4Motion) e sistema DSG (Direct Shift Gearbox), os dois carros estão introduzindo no mercado brasileiro, novos parâmetros de desempenho, conforto e sofisticação, únicos em sua categoria. Todo o pacote tecnológico vem dentro de um novo design reconhecidamente harmonioso, elegante e com excelente aerodinâmica. E a aparência externa é completada por um interior refinado, com atenção aos mínimos detalhes, formando no conjunto um carro excepcional. (AVW/RAPI) Fotos: divulgação

SERVIÇO - Patrimônio ameaçado sobre duas rodas

No Brasil, menos de 1% da frota de motocicletas está coberta por algum tipo de seguro

A equação é simples de entender: em países onde a violência urbana cresce, o número de roubos e furtos, principalmente no setor de veículos automotores, aumenta à cada dia. Infelizmente aqui no Brasil, essa onda sobe numa projeção assustadora. Mesmo com o alto índice de veículos já equipados com bloqueadores via satélite, que mantém o controle do automóvel numa central a milhares de quilômetros, os crimes dessa natureza não param de acontecer. É lógico que a longo prazo, por influência de um possível melhoramento social, esse tipo de panorama poderia melhorar, mas..., em se tratando de Brasil, onde dois mais dois são três e meio, a melhor maneira que existe é a prevenção, ou seja, colocar o patrimônio móvel no seguro geral.
Dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e similares), indicam que hoje rodam no nosso País cerca de 8 milhões de motos emplacadas. De acordo com análises da Fenaseg (Federação Nacional das Seguradoras) e do Susep (Superintendência de Seguros Privados), menos de 1% dessa frota encontra-se coberta por algum seguro. Há três motivos principais para a existência desse quadro: o primeiro é que apenas 5 das 75 companhias de seguro que atuam aqui no Brasil trabalham com esse tipo de produto. Em segundo lugar, os critérios de análise do perfil de um condutor de motocicleta e de aceitação do mesmo, são rigidamente controlados pelas grandes companhias e, em terceiro, os preços das apólices geralmente são altos demais em relação ao valor da moto.

Opinião
De acordo com Djaildo Costa de Almeida, diretor da empresa Jaraguá Seguros, em Maceió (AL), o fato de uma motocicleta ser fácil de ser roubada e também ser frágil ao ponto de sofrer perda total numa colisão, são dois fatores que muitas vezes, encarecem esse tipo de proteção. “O pequeno porte de uma motocicleta de baixa cilindrada, por exemplo, é um facilitador de furto, além disso, o simples fato de o condutor esquecer de rebater o tripé, pode ocasionar uma queda que traga a perda total da motocicleta”, observa.

Restrição
Segundo o executivo da Jaraguá Seguros, apenas 5 das 75 companhias de seguro que atuam no País, trabalham com esse tipo de cobertura. “Aqui no Brasil apenas a Porto Seguro, o Bradesco, a Sul América, a Mapfre e a AGF admitem em suas carteiras os seguros de motocicletas, visto que a maioria absoluta dos motoqueiros utilizam as suas motos para o trabalho, o que aumenta o risco de sinistro. E tem mais, dessas cinco, duas delas somente fazem seguros de motos grandes, acima de 400 ou 500 cilindradas”, enfatiza Djaildo.

Perfil
Há quem diga que brasileiro sempre goste de tirar vantagem em tudo e, no setor de seguros não é diferente. Estatísticas apontam que, mesmo neste minúsculo universo de menos de 1% de motoqueiros cuidadosos com o seu patrimônio, boa parte deles omitem ou mentem sobre alguma informação pessoal na hora do fechamento da cobertura. “Há quem diga que usa a sua moto apenas no final de semana para o lazer, ou para ir e voltar do trabalho, mas, na hora da análise da ocorrência de um sinistro, por exemplo, descobre-se que o usuário é entregador de pizza ou de qualquer outro tipo de encomendas, aí está criado um problema, pois há contradição naquilo que foi afirmado e assinado no ato do contrato do seguro”, finaliza Almeida.

Na opinião de Henrique Celestino, proprietário da Norep, concessionária Suzuki, em Maceió (AL), o preço alto dos seguros das motos e a desinformação por parte da maioria dos proprietários desse tipo de veículo são os responsáveis pelo baixo número de segurados. “Muitos consumidores nem sabem que existem seguros para motocicletas e quando sabem, desistem porque acham caro”, enfatiza Celestino, destacando que a AGF Seguros está iniciando uma parceria exclusiva com a marca Suzuki no Brasil, para motos acima de 400 cilindradas. (FBA/RAPI) Fotos: FBA

DPX 11500 e DPX 1800: pura potência!


Novos amplificadores da Clarion contam com tecnologia avançada e diversos recursos

No lançamento da linha 2006/2007 a Clarion traz para o Brasil os seus novos amplificadores: DPX 11500 e DPX 1800 da Classe G, que possuem a mesma qualidade dos amplificadores de Classe AB, normalmente os ´Mosfet´, porém com uma insuperável eficiência que pode chegar aos 66% e sua aplicação. A linha é feita para amplificar subwoofers de altas potências. (OA/RAPI) Foto:divulgação

Para descansar o pé um pouquinho...


Dalgas disponibiliza para o mercado, kits de piloto automático para veículos da GM

Queres descansar o pé direito nas longas viagens? A empresa Dalgas está disponibilizando kits de ´piloto automático´ para qualquer modelo da linha GM. Divulga que todos eles são de rápida e fácil instalação, sem precisar de cortes na fiação original. Além disso, a adição do produto não interfere na garantia da fábrica. Nos kits existem diversos tipos de comando disponíveis: no painel, no volante, coluna de direção além dos modelos de comando original que substituem a alavanca de seta, mantendo a estética do veículo. A Dalgas não divulgou o preço do equipamento. (OA/RAPI) Foto: divulgação

Scania comemora 50 anos de Brasil


Marca já produziu mais de 240 mil caminhões até hoje e já faz parte da história do País

Estabelecida no Brasil em 2 de julho de 1957, a Scania completa nesse mês corrente 50 anos de atividades no País. Com mais de 240 mil caminhões e ônibus produzidos, a montadora é líder histórica em vendas nacionais de caminhões pesados, tendo conquistado a liderança anual por 15 vezes nos últimos 20 anos. Atualmente, cerca de 40% da frota circulante de caminhões pesados é da marca Scania, segundo números do Registro Nacional de Veículos Automotores – Renavam 2006. (ASB/RAPI) Foto: divulgação

quinta-feira, julho 12, 2007

ACELERANDO com Fábio Amorim (12 JUL 2007)

O MISTERIOSO CHEGOU

Após meses mostrando o C4 Pallas em doses pequeninas, causando curiosidade nos consumidores, a Citroën, enfim, apresentará o seu mais novo sedã de luxo ao público hoje. Está em nossa capa e nas páginas centrais exposto em todas as faces. Derivado do C4 hatch, chega num bom momento, possivelmente estratégico da marca, em mostrá-lo em solitário. Pode observar: nesse instante não há concorrentes apresentando novidades, portanto, a pista está livre para uma boa tentativa em abocanhar o mercado dos sedãs de médio porte vendidos no Brasil. Concorrerá diretamente com cinco veículos já bem conhecidos: Renault Mégane (que cresce em vendas), Honda New Civic (consolidado e ainda com fila de espera), Toyota Corolla (absoluto em sua posição de líder ou vice, por causa da confiabilidade mecânica), GM Vectra (que conquista principalmente pelo apelo do desenho) e, por fim, Peugeot 307 sedã, que compartilha com o Pallas o mesmo motor, um bom propulsor de 2 litros de 143 cavalos.
Vejo que o interessante desse novo carro é a sua concepção. Ao invés de simplesmente enxertarem soluções a partir do C4 hatch, construíram um projeto mais cuidadoso, com harmonia de detalhes e sofisticação. Tem até perfumador ambiente e outros mimos como opcionais que fazem o preço iniciar por volta de R$64.990,00.A fábrica estima - com otimismo - colocar mensalmente na praça, cerca de 2.000 unidades do modelo. Como brasileiro adora uma novidade..., poderá conseguir dando uma injeção de ânimo na marca, integrando-a ao nicho mais disputado do momento. O primeiro ´round´ começa hoje.

Boa leitura!

Foto: acervo pessoal

GPS (12 JUL 2007)

Spyder Race - Não foi bom o final de semana para os alagoanos Paulinho Leão e Ricardo Lima, competidores da Spyder Race Nordeste. Na 4ª etapa do campeonato da categoria, ocorrida no domingo passado (8/7) em Caruaru (PE), eles terminaram em 5º e 8º lugar, respectivamente. Mesmo com o resultado abaixo do esperado, continuam na briga do certame 2007.
1º Enduro FIM - Gostas de acelerar sua motoca no barro? Então anote aí. Breno Beltrão, presidente da FAM (Federação Alagoana de Motociclismo) anuncia o 1º Enduro FIM de Jacarecica (Federação Internacional de Motociclismo) para o dia 5 de agosto de 2007. A prova será válida pela 2ª etapa do Campeonato Alagoano de Enduro Padrão FIM. Segundo Breno, a prova terá 4 voltas em um circuito de 21 quilômetros. A etapa promete ser bem disputada pela turma das duas rodas. Maiores informações: (82) 9983 1747 Breno Beltrão, (82) 9916 9834 Alisson ou (82) 9308 8704 com Dega.
Crescendo - A Renault do Brasil aumentou suas vendas em 31% no primeiro semestre deste ano em relação ao volume registrado no mesmo período de 2006. De janeiro a junho de 2007, foram comercializadas 30.558 unidades, sendo 28.294 veículos de passeio e 2.264 utilitários, ante o volume de 23.345 veículos nos primeiros seis meses de 2006. No mesmo período, a indústria automobilística cresceu 26%, índice abaixo do registrado pela empresa. A participação de mercado da Renault no semestre ficou em 3%.
Nova fábrica - A Nissan anunciou o início da construção de sua nova planta em São Petersburgo (Rússia), que englobará investimentos de US$ 200 milhões e será inaugurada no início de 2009. Carlos Tavares, vice-presidente executivo de planejamento de produto e design da Nissan comentou que “este é um passo significativo em direção à expansão global dentro das premissas do plano Nissan Value-Up”. Quando finalizada e operando em sua capacidade total, a planta produzirá aproximadamente 50.000 veículos por ano e empregará mais de 750 pessoas na região. (RAPI/FBA)

DESTAQUE - Gazeta Automóvel (12 JUL 2007)


José Roberto Nasser, advogado, jornalista, nascido aos 9 de julho de 1946, é fundador do Veteran Car Clube e da Federação Brasileira de Veículos Antigos. Foi o responsável pela criação de toda a legislação do antigomobilismo e mudou conceitos, passando a incorporar os carros antigos como bens de preservação cultural de um país. Fundador do museu do automóvel de Brasília (DF), idealizador da “placa preta” e de várias leis relacionadas à circulação de carros nacionais, é o nosso homenageado da semana.


CARRO INESQUECÍVEL: “Alfa Romeo GTV 1970, branco”

CARRO DOS SONHOS: “Jaguar XK 8R berlineta”

CARRO INESQUECÍVEL DA FAMÍLIA: “Auto Union DKW Vemag 1957, camioneta universal, a Vemaguete”

SITUAÇÃO INESQUECÍVEL A BORDO DE UM CARRO: “Literalmente navegar com um Ford Corcel GT numa enchente em São Paulo, no Mercado Municipal”

O QUE DETESTA NO TRÂNSITO? “A falta de noção espacial das pessoas que dirigem” MÚSICA BOA PARA SE DIRIGIR: “Jazz”

HOBBY: “Antigomobilismo e colecionar, ler e escrever livros, como o que fiz recentemente - Democrata, o carro certo na hora errada”

ÍDOLO: “Irineu Evangelista de Souza, o ´Visconde de Mauá´ e também meu amigo Roberto Lee, empresário com o maior nível de informação que eu já vi e fomentador da idéia do automóvel como bem cultural”

MARCA DE CARRO QUE ADMIRA: “Alfa Romeo e Jaguar”

COMIDA PREDILETA: “Árabe em geral”

UM LUGAR BACANA: “Uruguai”

VIAGEM DA BOA LEMBRANÇA: “Londres-Brighton, na corrida ´London to Brigthon Veteran Car Run´ que participei como o primeiro brasileiro a pilotar um carro, um Peugeot ano 1901 por 96 quilômetros”

MEU PRÓXIMO CARRO SERÁ... “Um Ford Fusion ou um Renault Mégane”

FRASE PREDILETA: “Eu não tenho a altura do meu corpo. Eu tenho a altura do que os meus olhos conseguem alcançar” e “A vida é muito curta para ser pequena”,ambas do poeta Fernando Pessoa.

C4 Pallas: imaginação criativa em todos os detalhes


Novo modelo da Citroën, que virá da Argentina, já tem preço sugerido a partir de R$64.990,00 e começa a ser vendido em setembro próximo

Em pequenas doses de exposição perante à imprensa especializada, a Citroën do Brasil já vem mostrando a sua maior novidade – o C4 Pallas – há alguns meses, no entanto, a máquina ainda não foi completamente exposta ao público, pois a jogada de marketing teve justamente esse foco, o de causar expectativa em cima do novo produto, que nasce derivado do hatch C4, carro homônimo que já faz sucesso na Europa. Para o seu lançamento, a marca francesa inovou criando uma “caixa de sensações”, um espaço em formato gigante, literalmente de ´caixa´, onde as pessoas puderam entrar e sentir algumas impressões olfativas, auditivas e tácteis sobre o novo carro. Agora, poderão vê-lo “in loco”.
Com as pré-vendas iniciadas nessa semana, e as vendas e as primeiras entregas marcadas para o mês de setembro próximo, o C4 Pallas, seguramente aparecerá com muita personalidade no disputa do mercado nacional dos sedãs de médio porte, pois nasce em solitário, sem a concorrência por perto. Falando em disputa, ele concorrerá diretamente com cinco feras: o Renault Mègane, GM Vectra, Toyota Corolla, Honda New Civic e o seu ´parente´, Peugeot 307 sedã. A briga será dura, mas a fábrica aponta expectativas otimistas em cima do modelo, pois quer jogar nas vias brasileiras cerca de duas mil unidades ao mês. Será possível? É esperar pra ver. Chances existem, pois o veículo tem ótimo estilo de linhas modernas, uma mecânica já aprovada aqui e lá fora e, como ponto principal, o fato de chegar sem ofuscamento alheio algum. Aparece sozinho, causando curiosidade.

Estilo
A ´carinha´ do Pallas todo mundo já conhece, pois é irmão gêmeo (só que de placenta própria) do C4. O grupo ótico frontal foi desenhado em forma de bumerangue e ostenta, também, detalhes cromados. Desde a chegada desse carro nos circuitos europeu e americano, que a sua frente foi motivo de aceitação imediata, pois, inquestionavelmente, é elegante e bem diferente da mesmice reinante do design automotivo mundial.
Apesar de derivar de um hatch, a Citroën acertou na concepção da parte traseira. Desenhistas criaram traços interessantíssimos. Uma frente ´nervosa´, com faróis que criam uma face ´malvada´ ganha corpo com uma lateral harmoniosa, típica de um sedã familiar, dando espaço à imponência de uma traseira com vida própria, com lanternas grandes, mas proporcionais. As linhas traseiras do C4 Pallas compõem um novo automóvel e não um enxerto onde nada havia.

Tecnologia

Um detalhe tolo, porém genial, feito um “clipe” para prender papéis, é o volante da família C4. O centro é fixo e o somente o aro externo tem movimento. Nas manobras, o efeito que isso causa é de surpresa, pois a idéia foi bem pouco utilizada na história do automóvel. Esse é um charme à parte. Como mimos eletrônicos, o C4 Pallas traz, também, faróis de xenônio direcionais de dupla função, detector de obstáculo dianteiro e traseiro, seis airbags, perfumador de ambiente, ar condicionado digital, piloto automático com limitador e regulador de velocidade, retrovisores externos rebatíveis eletricamente e mais uma porção de itens que para o consumidor menos interessado em se aprofundar nas capacidades tecnológicas do carro, jamais serão notados no dia-a-dia.

Comportamento
Apesar de maior e um pouco mais pesado que o C4 hatch, o Pallas tem comportamento bem dinâmico. Vale para ele aquele velho chavão, mais antigo que o tal do “fechar com chave de ouro”. Mando agora: “é lobo em pele de cordeiro”. Calmo em baixas rotações (terá cambio automático seqüencial auto-adaptativo como opcional) e arisco quando solicitado no acelerador. Vem com o ótimo e aprovadíssimo motor 2.0i 16V de 143 cv também utilizado na linha 307 da Peugeot. Acelera forte e encontra-se no nível da concorrência, sem exageros de potência, mas com competência para deslocar a massa metálica de sua carroceria.
No pacote, freios ABS (com auxiliares EBD + AFU, de série em todas as versões), garantia de fábrica de 3 anos, barras de proteção nas portas, carroceria com resistência à torção e impactos em todos os lados (inclusive na capota) e um extra que o C4 hatch não tem, um porta-malas gigantão com capacidade para 580 litros. Será ofertado com 5 opções de cores: preto, prata, grafite, prata/dourado e azul como o belíssimo céu das Alagoas. (RAPI/Fábio Amorim) Fotos: divulgação Citroën

Roda-a-roda do NASSER (12 JUL 2007)



Prêmio – Bons de serviço, os norte-americanos criaram evento na mais enfeitada das ruas da moda em Los Angeles. Um certo Rodeo Drive Concours d’Elegance. Nada de carros antigos, mas apenas os novos, construídos na Califórnia. Levou o prêmio marca pouco conhecida no Brasil, a Fisker Coachbild com seu Latigo CS V10.
Líder – Depois de incomodar no mercado de picapes com os de sua marca, em especial o Tundra V8, a Toyota mostra porque é líder mundial: levou para os EUA fábrica da Hino, sua produtora de caminhões. Fará 7.500 unidades anuais de caminhões leves.
Vastra – Já tem nome informal, embora verdadeiro, a próxima versão da linha Astra. Hatch 4 portas, com frente, decoração externa do Vectra, chamado GT. Solução econômica, pegar peças na prateleira e formar nova versão, misturou as de Astra, de Vectra e deu a denominação de GT. Está sendo chamado, merecidamente, Vastra.
Tiida – Nome curioso, mas a Nissan optou não chamá-lo Versa, seu nome para a América Latina. Próximo lançamento da marca, vendido em julho, será o único hatch japonês no mercado, motor 1.600, transmissão mecânica com seis marchas, e exibe sua recenticidade: decoração, dirigibilidade e espaço interno.
Retomada – A Nissan busca a normalidade na distribuição de outro mexicano, o sedã Sentra. Bem formulado como concorrente aos outros japoneses, sofreu trapalhadas no processo e importação e, os carros estocados na fábrica no Paraná, sofreram danos por uma chuva de granizo. A empresa montou operação tira-risco com um exército de Martelinhos-de-Ouro, e regulariza a distribuição.
Garantia – Novos Mègane e Grand Tour têm garantia de 3 anos ou 100.000 km. Era esperado, pois o Logan, da mesma Renault, lançado mês passado, abriu este caminho. É demonstração de confiança em qualidade, mas condicionada a revisões e trocas de lubrificantes feitas em concessionários.
Mercado - Vendas de carros, comerciais leves, ônibus e caminhões na primeira metade de 2007, foram 25,7% maiores em relação a mesmo período de 2006. Crescimento respeitável. Todas as montadoras expandiram vendas. Fiat mantém a liderança, em volume e participação: 24,5%. VW, segunda, com 23,6%. Ford cresceu a 11,6% e a GM caiu em vendas e participação: 20,1%. Das novas, Renault e Peugeot cresceram.
Tendência – Lançados em março, os scooters elétricos Motor Z continuam despertando interesses. O consumir eletricidade, com recarga direta por tomada na parede, de 110 ou 220v é atrativo nestes dias de consciência ecológica, pelo operacional e desenho, lembrando as Lambretta, Vespa e Iso, referências deste segmento nos anos 60.
Institucional – Fornecer gasolina aditivada com álcool à Fórmula 1, é o objetivo institucional da Petrobrás. Desenvolve o combustível em laboratório para harmonizar performance e consumo, e faz gestões para que a equipe Williams aprove.
Polêmica – Troca de cartas entre o médico Carlos Alberto de Oliveira Andrade, da montadora CAOA, e o jornalista Luiz Antônio Guerrero, na revista Autoesporte, exibem a polêmica em torno dos prédios erigidos para ser montadora de veículos, seus mirabolantes planos, e a visão do profissional de imprensa durante a inauguração das instalações. Vale a pena ler. Se não pelos estilos caracterizadores, pela discrepância entre o que se anuncia impunemente e a realidade fática. Está em http://revistaautoesporte.globo.com/Autoesporte/0,6993,EAD1558064-1683,00.html
Antigos – Outro papo. Todo proprietário de veículos caros reclama do prejuízo à hora da venda. Pois o norte-americano Darrell Westfaul, é exceção. Em 1966, recém formado, comprou um carro estrangeiro usado. Um italiano Ferrari modelo 166 Inter, fabricado em 1950. Esquisito, difícil de ser mantido, em especial pelo motor V12, 2.000 cm3 alimentado por três carburadores Weber, verticais, duplos. Pagou US$ 1.500. Logo descobriu que mantê-lo em País sem tecnologia assistencial era um problema, e encostou o carro. Vendeu-o agora, 40 anos após, por US$ 1 milhão. Bom negócio. Bem sucedido, doará o dinheiro para iniciativas educacionais em seu Estado, Alabama. Para o comprador, pagou o razoável e recebeu um carro íntegro, hígido, de fácil restauração, sonho de todo colecionador. Westfaul deveria mandar rezar missa para o Enzo Ferrari, autor de carro, mito e lenda que o supervalorizam.
Ecologia – Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou lei tornando obrigatório uso de plástico degradável para saquinhos e afins. Evita que esta praga improdutiva tenha vida maior que um homem sobre a Terra. Ecologia é fácil. Basta bom senso e coragem.
Gente – Nélio Bilate, 36, antropólogo, diretor de marketing da Nissan do Brasil Automóveis Ltda, dispensou o emprego. Falta de perspectiva de progressão profissional. Valente. OOOO Peter Schreyer, 53, alemão, diretor de estilo da Kia Motors, agraciado com título de doutor honoris causa pelo Royal College of Arts, Inglaterra. Contribuição ao desenho dos automóveis no século 21. OOOO

Fiat 500, a alma de um país


A montadora italiana fez a maior apresentação já realizada para um automóvel. Ultrapassou o público de jornalistas e exibiu-o ao País. Numa das festas, às margens do rio Pó, em Turim, Itália, juntou 150 mil pessoas. Levou convidados do mundo inteiro, coroando a instigação pública feita 500 dias antes do lançamento, exibindo o conceito em sítio pela Internet para colher sugestões. Acatou 2.500! O envolvimento popular continuou pelas ruas: todas as lojas de Turim possuíam cartazes saudando a importância do lançamento para a Itália, e exibiam partes-ícones do automóvel: lanternas traseiras, placa, partes do painel de instrumentos. E artigos específicos: miniaturas e livros sobre o modelo inspirador, o 500, lançado há exatos 50 anos. O jornal La Stampa fez livro e miniatura, distribuindo-o com o jornal. Demanda desmesurada, forçou reedição. O comercial de apresentação, com partes do famoso filme Cine Paradiso, mostra a evolução política da Itália, com cenas e resultado de terrorismo das Brigadas Vermelhas. Exibe dificuldades, superação, e arremata com o Fiat 500. Uma das assinaturas da campanha é: “Pertence a todos nós”.
É muito mais que o carrinho de 3,52m, motores de 1.2 e 1.4 a gasolina, e 1.3 litro a diesel, único do porte a ser aprovado em testes de impacto da agência EuroNCap, com de itens de segurança de veículo maior: freios com ABS e gestor EBD, programa de estabilidade, sete almofadas de ar – até para os joelhos. O leque de acessórios permite 550 mil combinações! É o ícone escolhido pela Fiat para resgatar a italianidade, o orgulho nacional pela grande montadora, identificada com a história do País no último século. Quer exibir-se reorganizada, reduzindo sua dívida de 10 Bilhões de Euros para 1 Bilhão de Euros, ações aumentando em valor, níveis de avaliação econômica em ascensão, novos produtos, liderança no segmento. Espraiar a aura de auto-estima aos outros produtos, aumentar vendas, mostrando-se marca com sucesso mundial, fora das fronteiras italianas. Será feito na Polônia, em projetadas 120 mil unidades/ano. Seu preço, a partir de 10.500 Euros, pontua a colocação de mercado. É o menor da linha, mas não é o mais barato. O Fiat Panda, maior, custa 6.800 Euros. Como ícone, como o BMW Mini ou VW New Beetle, destina-se a público com refinamento de escolha, capaz de aproveitar toda a estrutura, acessórios e itens de segurança. É um carrinho urbano. A Itália é o País com os maiores problemas de circulação. Duas pessoas relativamente bem acomodadas, duas crianças. Porta malas com 185 litros, menor que o do Ford KA, tanque para 32 litros. Pequenos, adequados a uso em cidades.Venderá? Tudo indica. O represamento da demanda gerou 10.000 pedidos firmes na primeira hora da abertura de encomendas e formatação dos automóveis. As 8.500 unidades de série especial, completa em equipamentos, branca perolizada e com faixas laterais nas cores da Itália, foi consumida em 1 hora. Existirão versões mais baratas para a hora em que, satisfeita a demanda consumista-patriótica, haja necessidade de competir em preços. Aí, carro comum, sem tantos acessórios, terá preço menor. Para o Brasil, disse Sérgio Marchione, número 1 e salvador da Fiat, não há planos. Diretores da Fiat brasileira acham possível e adequado. (Roberto Nasser, de Turim, Itália) Foto: divulgação Fiat

Hora da cavalaria, Mustang Shelby


Proposta tentadora: conduzir os cavalos de força do Mustang Shelby. Agenda apertada, logística complicada nestes dias de apagão e desorganização aéreos, pois no Campo Provas Pirelli, pista deste fabricante de pneus, beiradas da Rodovia Anhanguera (SP). Voar a Viracopos, aeroporto tornado importante pela mesma desorganização. Adequando o adágio, Mustang Shelby arreado só passa uma vez. Fui.
É um Mustang arrumado. Lembra o empregado por Steve McQueen em Bullitt, famosos, filme, Mustang e ator (se gosta de pegas com automóveis, é um cult ). Desenvolvido pelo octogenário texano Carroll Shelby, traz suas digitais: motor forte, resistente, mecânica otimizada e pintura com duas faixas longitudinais, ícone nos anos 60. Shelby tem negócios com a Ford. Dela recebe poucos milhares de veículos anos, aplica fórmula e assinatura. Muda-lhes a personalidade, aperfeiçoando o conjunto mecânico, dá-lhes sobrenome. Cria ícone diferenciado em visual, performance e preço. É o bom e velho Mustang, tornado às linhas famosas por J Mays, o estilista da Ford. Mecânica tradicional, motor dianteiro e tração traseira. V8, 32 válvulas, desloca 5.400 cm3. Um compressor mecânico dá-lhe abusado torque de 48,9 mkgf a 4.500 rpm e eleva sua potência a referenciais 507 cv a 6.000 rpm. Tropa com estamina, leva os 1778 kg do automóvel a 100 km/h em sovinas 4,5 segundos. Supera outro ícone norte-americano à venda no Brasil, o Chrysler 300 SRT com 443 cv e aceleração aos 100/h em 5s.
É bem acertado. Shelby não inventa, aperfeiçoa. A cavalagem do motor é interpretada por transmissão de acionamento mecânico, de seis velocidades à frente. Atrai atenção a justeza do trambulador, com engates europeus, justos e precisos. Atrás, caretíssimo diferencial rígido, dotado de controle de tração para não patinar excessivamente. Rodas leves em aro 18” e pneus P 235/50. O palmo de contato com o solo busca compensar as limitações da rigidez da ponte traseira. Freios Brembo. À frente, discos de 14” e pinças com 4 pistões. Atrás, 13” e dois pistões, direção com assistência. Dentro é aditivado automóvel de andar na rua, sem banco de corrida ou cinto de segurança com 4 pontos de ancoragem. É normal e comum. Dirigido, tropa dócil. A maternidade eqüina funciona se demandada, sem trancos, sem necessidade de crescer de rotações e filtrar a potência pela embreagem em pedal de máscula pressão. Vai-se ao supermercado sem problemas, como também se acelera para acabar a conversa. É muito bem acertado à clientela desejada. Não é um carro de corridas – quem quiser um Ford assim, compre o GT – mas condução se necessário máscula, sem dificuldades operacionais, fácil de usar. Ícone, resgata série especial feita há 40 anos pelo mesmo Shelby para a locadora Hertz.Repetiu a dose, e ampliou a disponibilidade aos que buscam algo mais. Seria, diriam os puristas, um carro de nicho. Sim, mas em proporções norte-americanas. A versão fechada, somada à conversível, recém lançada, com motor sem o compressor, 319 cv e 45 quilos de torque, buscam 2.300 compradores neste ano. Não há preço no Brasil. Fosse importado pela Ford, custaria uns R$ 300 mil. Valeu o sacrifício, incluindo andar nos ônibus-com-asas da Gol. Julgue! P.S: O bom projeto do Mustang, mais o trato de Shelby, desaguaram no óbvio: releitura de Bullit, com o Mustang Shelby, tendo como substituto de Steve McQueen, o ´ai-meus-sais´ da atualidade, Brad Pitt. (Roberto Nasser) Foto: Divulgação Ford

SERVIÇO - Boa vantagem para quem tem paciência


Consórcio ainda é muito procurado e continua uma ótima maneira de adquirir um veículo zero quilômetro

Sem dúvida, as facilidades de financiamentos automotivos oferecidas pela maioria absoluta das instituições financeiras e por empresas do setor de todos os portes, ofuscou um pouquinho o velho e confiável consórcio, antiga modalidade de compra de automóveis que reúne paciência com poupança ´forçada´e programada. Com tantas ofertas do tipo “zero de entrada e o restante em xis meses”, o consórcio até parece que saiu de moda, mas, não, pelo contrário, continua bastante procurado e aceito no mercado atual.


Experiência

De acordo com Josias Teixeira Santos, comandante do setor de consórcios da Importadora Auto-Peças, revenda Volkswagen mais antiga de Alagoas, o consórcio ainda é a mais interessante maneira de se adquirir um veículo zero quilômetro. “O consórcio é uma modalidade de compra efetuada a longo prazo que mais cresce no mercado e é muito bem aceita por aquelas pessoas que não possuem dinheiro para comprar um carro à vista, mas que querem se programar para ter um carro novo sem grandes sacrifícios no orçamento”, observa.


Frotas e particulares

Segundo o executivo que trabalha representando a Disal (administradora de consórcios da Assobrav - Associação Brasileira de Distribuidores Volkswagen) e, portanto, subordinada e sob responsabilidade da Rede VW, o consórcio é uma forma facilitada de se conquistar um bem móvel. “Um profissional liberal, por exemplo, compra um consórcio porque às vezes não quer pagar os juros altos que o mercado dos financiamentos cobra, daí, escolhe esse modo de compra por se sentir mais gratificado em realizar um negócio vantajoso para o seu bolso. Há também os frotistas que gostam de se programar para a revitalização de suas frotas ao longo de dois ou três anos de uso, como é o caso de donos de locadoras, por exemplo”, destaca Teixeira.


Antigas e confiáveis maneiras

Do mesmo jeito que há décadas, os consórcios mantém os mesmos padrões de atuação que têm dado certo desde o início dessa modalidade de vendas no Brasil, ou seja, o cotista ou participante se integra a um grupo e passa a fazer parte de um programa cheio de vantagens, como a concorrência a um prêmio mensal de R$15.000,00 mensais que a Disal oferece. “Se o participante estiver em dia e mantiver um plano Fidelidade muito simplificado, ele concorre à este valor e pode utilizá-lo, por exemplo, para quitar algumas de suas prestações ou até diminuí-las, conforme seja a sua vontade”, destaca Josias Teixeira que conta com o apoio de Helder Tenório (Diretor Geral da revenda) e de Carlos Souza, Gerente Administrativo Financeiro da casa.Fazendo parte do grupo, a partir do primeiro mês o participante poderá tentar adquirir o seu veículo oferecendo um lance ou sendo sorteado. Falando em sorteio, caso a pessoa queira, poderá, também, solicitar a sua exclusão da possibilidade de sorteio, realizando o que se chama de ´poupança forçada´, retirando somente o carro no final com todas as prestações pagas.


Paciência e vantagem

“Não tenho dúvida que o consórcio é um ótimo negócio para qualquer pessoa ou empresa que tenha paciência de esperar para adquirir um bem. É seguro, porque conta com o aval da Rede Volkswagen, é acessível, porque as parcelas previamente escolhidas cabem no orçamento (as taxas de financiamentos de carros 0 KM chegam a 1,94% ao mês, enquanto os consórcios giram em torno de 3,2% ao ano) e se caracteriza como um investimento analisado e, portanto, coerente com o estilo de vida de quem o escolheu”, finaliza o executivo que já tem no currículo quase 20 anos de experiência no ramo e, desde 2002, acumula recordes consecutivos de participação de mercado em vendas de consórcios no nordeste e até em âmbito nacional, junto com sua equipe de quinze vendedores e duas assistentes. (RAPI/Bruno Lucarini) Foto: FBA

VENDAS - GM Classic é líder no 1ºsemestre


Só no primeiro semestre (janeiro a junho) de 2007, a GM do Brasil registrou o emplacamento de 43.673 unidades do Chevrolet Classic. Segundo dados divulgados pela fábrica, houve um crescimento de 37,0% comparado com o mesmo período de vendas do ano passado, quando foram emplacadas 31.877 unidades. O modelo também liderou com folga as vendas no mês de junho com 7.996 unidades emplacadas e 57,7% de participação do segmento dos sedãs econômicos disponíveis no País.


Custo-benefício

O Classic desempenha um papel importante na estratégia de marketing da General Motors. Ele se posiciona entre o Celta, o “modelo de entrada” da marca Chevrolet, e o Corsa. O Corsa sedã, lançado no mercado nacional em 1995 foi reposicionado em 2002 como Classic e passou a utilizar o pioneiro motor “VHC” (Very High Compression), conceito utilizado também nos Chevrolet Celta e Corsa. A linha 2008 do Classic incorporou uma nova cor sólida, Cinza Meridio, além das já existentes branco Mahler e preto Liszt (sólidas) e as metalizadas cinza Bluet, bege Hazel e prata Polaris. (AGMB/RAPI) Foto: divulgação

MERCADO - 3 anos de folga


Linha Mégane 2008 contará com garantia total de fábrica de 36 meses

A Renault do Brasil inicia nesta semana a comercialização da linha 2007/2008 dos modelos Mégane Sedan e Mégane Grand Tour. Além da incorporação de um novo item opcional, a principal novidade é a garantia total de fábrica de três anos ou 100.000 quilômetros (o que primeiro ocorrer), que passa a ser oferecida para toda gama Mégane.

Opinião
Segundo Alessandro Vetorazzi, gerente de marketing da Renault do Brasil, a disponibilização de um prazo maior de garantia para os modelos Mégane Sedan e Mégane Grand Tour “atesta a qualidade e a robustez destes dois produtos, bem como comprova o elevado nível de durabilidade dos componentes e a grande facilidade no momento da realização de eventuais reparos”. A partir de agora, a versão de acabamento topo de linha Dynamique, tanto no modelo sedã como na Grand Tour, contará opcionalmente com revestimento dos bancos em couro – em conjunto com a disqueteira de seis CDs integrada ao painel de instrumentos. Outra novidade ligada a itens opcionais é a disponibilização de uma nova cor metálica no Mégane Grand Tour, batizada de Cinza Hologramme. Com a entrada dessa nova tonalidade, a SW passa a contar com 11 opções de cores, a exemplo do que já ocorre no modelo sedã - Azul Crepúsculo, Bege Angora, Branco Glacier, Cinza Acier, Cinza Eclipse, Cinza Hologramme, Prata Iceberg, Preto Nacré, Verde Abyssé, Verde Cobre e Vermelho Garance. (ANB/RAPI) Foto: divulgação

quarta-feira, julho 11, 2007

"Mamãe eu quero, mamãe eu quero...!"


Áh...! Se Ferdinand Porsche fosse vivo, que orgulho teria de seus projetistas! Eis aí ´o segredo´ absoluto, o novíssimo e inédito Porsche Panamera, o primeiro modelo "pequeno" da marca que terá 4 portas. Belíssimo, esse bólido foi flagrado nas ruas de Düsseldorf (Alemanha). Estima-se que estará nas pistas oficialmente somente em meados de 2009 e terá um nervoso V8 de 4.8 litros, ou melhor, dois! Um de 400 hp e outro com 500 cv turbo! (RAPI/Fotos: Autob)

terça-feira, julho 10, 2007

Mais rápido


"Pra variar", mais uma vez, o piloto da McLaren, Lewis Hamilton, ficou na frente de todo mundo nos primeiros testes coletivos da Fórmula 1, ocorridos hoje (10/7) em Spa-Francorchamps. O britânico fez o ótimo tempo de 1min46s613, superando Robert Kubica, da BMW, que fez a segunda melhor marca. Felipe Massa apareceu em terceiro e, em quinto, outro brasileiro, Nelsinho Piquet, que por enquanto ainda é somente piloto de testes da Renault. Amanhã a brincadeira continua em SPA. (RAPI) Foto: Reuters/divulgação

segunda-feira, julho 09, 2007

Congelando adversários


Indefectível, Kimi Raikkonen vence GP da Inglaterra e mostra-se mais vivo do que nunca

Ele fala pouco e age muito. E é rápido. E tem fama de azarado. Mas, cá entre nós: o cara é um craque! Pois, quando acerta a mão ao volante não dá moleza pra ninguém. Kimi Raikkonen, apelidado pela Rede Globo de “o homem de gelo”, de mansinho, já venceu 3 das 9 provas do campeonato mundial de Fórmula 1 de 2007. No sábado (7/7) após um infeliz errinho no final do final do final da tomada de tempo, ele perdeu a pole position para o anfitrião Lewis Hamilton que, dando uma de Senna, fez o melhor tempo quando já não havia mais tempo para fazê-lo. Falando nele, o garoto é uma Fera com éfe maiúsculo! Nove pódios em nove corridas. Coisa que ninguém conseguiu até hoje na F1. Claro: Senna, Prost, Piquet e Schumacher não iniciaram suas carreiras numa equipe de ponta, mas..., o feito é magistral.
Voltando a Kimi, o tal finlandês com feições pueris e fisionomia inexpressiva, novamente à Schumacher, contou com a ajudazinha da Ferrari nos boxes e papou o GP de Silverstone, para a tristeza dos comedores de batata, ingleses fanáticos que até em grades subiram para conseguir uma foto melhor de Lewis, ´o fenômeno´.
Kimi congelou o sorriso dos britânicos levando a sua Ferrari ao topo da pirâmide. De bobinho ele não tem nada. Massa que se cuide. Na hora da largada, Felipe disse que o motor do seu bólido simplesmente apagou... Ok, ok... o cara fez bonito. Largando dos boxes, último dos últimos, levou a máquina vermelha ao quinto posto. Rubinho conseguiu levar o seu desacertado Honda à nona colocação. Detalhe: Button chegou em 8º na corrida passada.
No frigir dos ovos..., agora a matemática encontra-se assim: Hamilton permanece líder com 70 pontinhos. Mr. Alonso, o craque do carro nº1 (ainda aposto nele como campeão 2007) está em 2º com 58 e Raikkonen e Massa dividem a 3ª e 4ª posições na classificação geral com 52 e 51 pontos, respectivamente. Próximo GP? Na Alemanha, em Nürburgring, no dia 22 de julho de 2007. Imperdível! (RAPI/Fábio Amorim) Foto: divulgação

quinta-feira, julho 05, 2007

ACELERANDO COM FÁBIO AMORIM (5 JUL 2007)

LUXO E VERSATILIDADE
Tenho certeza que não acontece com todo mundo, mas, sinto saudades do passado, digo, dos automóveis de outrora. Depois desse termo antigo pra´s cucúias, agora já senti, também, saudades de gente do passado, porque “outrora” rima com Aurora, nome de uma tia bem velhinha minha, lá do bairro de Bebedouro, quando ainda havia o banho na Rua do Banheiro, na casa do seu “Né Fragoso”. Pode notar: hoje não há mais Auroras e nem o Ford Corcel dos anos 70 nas ruas. Dois detalhes da infância clarearam nesse instante: o Corcel 76 (marrom metálico, de minha mãe) que era prático e funcional. Tinha motor de 4 cilindros, era econômico, silencioso e não quebrava. Um carro em sua essência, que servia de meio de transporte, apenas. A outra recordação puerícia é o suco de pitanga feito pela Tia Aurora. Colhidas do pé, na horinha do lanche, rendiam um sabor inigualável. Hoje a nossa edição está tão repleta de tecnologia que me surgiu esse saudosismo, esse pulsar antagônico à modernidade.
Na capa, o Mitsubishi Outlander. Um computador ambulante, com rodas e espaço para passageiros. Grande carro que faz quase tudo sozinho. Andamos nele e aí está resumido, objetivamente explicado, para você, que não tem mais tempo de tomar suco de frutas colhidas no ´pé´. Sabe, caro(a) leitor(a)... hoje tem tanta coisa para você ler sobre carros, que vou terminar fazendo rima:

Carro, pra que te quero, carro?
Pra me levar onde não quero ir/
Saltando belas calçadas/
Que em calmas passadas, a pé, sentindo a brisa/
Colheria piscadelas da moça bonita/
Mas não vejo quase nada/
Porque a vida é somente pressa/
E em carros devo ganhar o mundo.

Boa leitura, preclaro leitor(a)!
(Fábio Amorim) Foto: acervo pessoal

GPS (5 JUL 2007)

Grande perda
Nosso abraço sincero à família de José Cabral da Rocha Barros, estimadíssimo Zé Cabral, lembrado carinhosamente por toda mídia local durante esta semana, na ocasião de sua precoce ida. Fiel amigo, até parecia introspectivo ao extremo, mas não. Tinha sorriso fácil quando o papo era bom. Lembro muito bem na minha infância de interessantíssimo livro escrito por ele: “Memórias do Dr.Amnésia”. Um engraçado texto sobre um médico (acho que psiquiatra) que esquecia facilmente de suas vivências. Tinha muitas páginas, no entanto, somente as primeiras continham texto e o resto era papel em branco. Intelectual grandioso, Cabral conseguia transitar com elegância em todos os setores sociais, daí a sua facilidade e generosidade em dividir tempo de vida entre a paixão pelo futebol alagoano e, por exemplo, as galerias de arte européias.

Andando bem
Gustavo Tatá Xavier e seu navegador José Luiz Coutinho (Ibratim/Socôco/Açúcar Cooperbom/Zampieri Imóveis/Pemagri/JL Fertilizantes), foram os alagoanos mais bem colocados na última edição do Mitsubishi Cup Nordeste, ocorrido em Pernambuco. Ficaram em 3º lugar na categoria L200 RS.

De volta
Dupla afinadíssima nas pistas de barros está de volta: o piloto Luiz Borba (Action Rent a Car) e Deninho Acioli, voltam a correr rallies juntos. Participarão ainda em 2007 dos campeonatos paraibano, pernambucano e também da Mit Cup.


Nova marca

Depois de 13 anos, o Instituto Ayrton Senna, presidido por Viviane Senna, adotou uma nova logomarca. Criada pela JWT, a nova identidade visual reúne as duas principais características da organização: o capacete, que remete à trajetória de sucesso do incrível piloto de Fórmula 1, e os rastros de lápis, que simbolizam a educação, área de atuação do instituto.


Speed Racer


Gostas desse maravilhoso desenho animado japonês dos anos 60? Então acesse o site speedracerthemovie.warnerbros.com (sem o www). A Warner Bros. Pictures já divulgou que o filme somente estará nas telas em maio de 2008. Por enquanto, vá curtindo assim, virtualmente.








CTM 2000
Domingo
(8/7) tem corrida da CTM 2000 em Caruaru (PE). Será a terceira etapa da temporada 2007 e promete vários e bons pegas com os bólidos preparados para corridas. (RAPI) Imagens: divulgação

DESTAQUE - Gazeta Automóvel (5 JUL 2007)


Paulo Cruz, jornalista (editor do caderno de veículos do Correio do Estado, em Campo Grande (MS) e do Programa de TV Auto News), 1º Sgt da Aeronáutica e antigomobilista, é o nosso ilustre leitor da semana.


CARRO INESQUECÍVEL: “O meu primeiro carro, um Fusca 1970 branco, com as rodas da Brasília!”

CARRO DOS SONHOS: Mustang Shelby conversível

CARRO INESQUECÍVEL DA FAMÍLIA: “Opala Comodoro marrom com a capota bege, ano 1979, do meu pai”

SITUAÇÃO INESQUECÍVEL A BORDO DE UM CARRO: “Uma que vivi com minha família, quando tivemos que descer de um Gordini do meu pai para empurrá-lo, ajudando-o a subir uma ladeira, por que o mesmo não teve força suficiente no motor pra fazer o caminho todo!”

O QUE DETESTA NO TRÂNSITO? “Os apressadinhos que não respeitam os outros e velocidade acima da compatível com o local”

MÚSICA BOA PARA DIRIGIR: “Blues, soul, Gary Moory, enfim, uma boa música negra americana”HOBBY: “Antigomobilismo e paraquedismo”

ÍDOLO: “Meu pai”

MARCA DE CARRO QUE ADMIRA: “Ford, pela sua grande história”

COMIDA PREDILETA: “Risoto de funghi”

MEU PRÓXIMO CARRO SERÁ... “Um Ford F-250 cabine dupla, todo preparado para uma viagem que farei com a minha família, numa expedição pela América do Sul!”

VIAGEM DA BOA LEMBRANÇA: “Uma das minhas ´Luas de Mel´ com minha esposa a bordo de uma Chevrolet Blazer pelo Nordeste e outra viagem de caminhão que fiz pelo Pantanal.”

UM LUGAR BACANA: “A Estrada Parque, que liga Campo Grande a Corumbá é imperdível! Com qualquer carro, dá para passar por dentro do Pantanal com a família inteira.” (RAPI) Foto: FBA

TEST-DRIVE - Mitsubishi Outlander


Conforto, força e robustez: uma boa mistura desse cross-over
Com nova plataforma e um ótimo V6 de 220 cavalos, o Outlander surpreende positivamente

Há carrinhos, carros e carrões no mundo que são divididos em categorias. A lógica mantida no início da história automobilística (até bem pouco tempo) era a de preservar as utilizações de cada um deles separadamente, ou seja, cada macaco habitava o seu próprio galho: esportivo era somente esportivo, fora-de-estrada era fora-de-estrada e assim por diante, e só! As coisas funcionavam desse jeito, porque o mercado era assim, divididinho, cheio de fatias distintas. Hoje, as partes diferentes ainda existem quando o assunto é preço, mas a funcionalidade dos automóveis mudou, e muito.

Exemplo exato desta face moderna do mundo é o Mitsubishi Outlander 2008, que mistura, entre tantos atributos, uma vocação esportiva (boa para a performance no asfalto), off-road (para curtir um desafio na terra) e ainda guarda características típicas de um carro de família, ou SUV (sport utility vehicle). Pois bem, o que quero dizer, depois dessa prolixidade lingüística, é que hoje existem carros do tipo “3 em 1”, assim como aqueles antigos aparelhos de som que tinham radiola, toca-fitas e pratos para long play. Entendeu essa última parte? Não?! Pois vai entender tudo se ler mais um pouquinho. Vai saber que agora, além do conforto e da potência dos motores, a atenção está, também, na versatilidade oferecida ao consumidor. Em partes, eis o novo cross-over Mitsubishi Outlander, o carro que faz quase tudo.

Domando a fera
Infelizmente, o percurso de test-drive no Outlander foi minúsculo. Numa linda parte do interior paulista, pude sentir a máquina em muitas curvas e algumas subidas, mas não houve chance de pisar fundo em retas. Equipado com um ótimo (e silencioso) motor de 6 cilindros a gasolina (Mivec V6 de 3.0 litros), o Outlander ostenta 220 cavalos de potência e assume 28 kgf/m de torque! Se o percurso foi curto, serei curto também: agradável em baixas rotações e nervoso na alta. Solicitado, vai da calma ao stress em segundos. Com tecnologia moderníssima, esse motor esbanja saúde e mantém baixíssimos níveis de ruído e vibração. A transmissão dele é a ´Invecs II´ automática de seis velocidades. Do tipo “deixa que eu faço tudo”, oferece mudanças normais de um carro automático, seqüencial Sportronic® (aquela que você muda manualmente) e “Paddle shifters”, as famosas ´borboletinhas´ que ficam por trás do volante. Uma delícia!
Com simples toques digitais, eis os tipos de tração: 2WD (somente nas rodas dianteiras, coisa inédita), 4WD (nas dianteiras e nas traseiras somente quando necessário) e, finalmente 4WD Lock (nas quatro rodas, integralmente). Vindo direto do Japão, esse Mitsubishi chegou com 4 conceitos básicos no seu manual: Driving Performance, Flexible Utility, Premium Equipment e Safety and Reliability. Coisa de enrolar a língua de qualquer poliglota! O primeiro deles, já expliquei.

Vamos ao segundo
Por dentro, bancos em couro (que podem ser aquecidos), assentos traseiros rebatidos automaticamente, ergonomia privilegiada, ar-condicionado automático e uma enorme quantidade de porta-trecos para guardar tudo: dos projetos de negócio à raquetes de tênis, de batons a creminhos, de fraldas a CDs. Chique ao extremo, o Outlander, se ser vivo fosse, seria daqueles requintados, cheios de pose. O seu porta-malas ostenta 715 litros de capacidade de carga e vai para 2 mil litros com o rebatimento total. Lá atrás tem um prático sistema de aberturas, total ou parcial, a gosto do freguês. Essa é a parte ´Flexible Utility´ da máquina.

Em resumo, uma grande obra

Para se curtir um pouco mais esse carro, a Mitsubishi ofereceu ajuste elétrico da altura dos faróis e um monte de recursos tecnológicos para melhorar a vida a bordo. Anote aí! Ótimo som com MP3, computador de bordo completo, piloto automático, vidros, travas, retrovisores, etc..., etc... e etc... elétricos. Mais luxo: o pára-brisa conta ainda com proteção UV! Suas rodas são em aro 18 polegadas e os pneus vêm na medida 225/55. Largos e com um perfil adequado à proposta do carro, agarram o veículo no chão, mesmo em curvas mais difíceis. No geral, mais e mais tecnologia: freios ABS com auxílio EBD, suspensão independente nas 4 rodas, carroceria com sistema de deformação programada anti-impactos frontal e traseiro e um respeitável grupo de air bags para todos os ocupantes, inclusive com as bolsas tipo “cortina” que protegem a cabeça. Essa última parte do texto é a rápida tradução dos conceitos “Premium Equipment e Safety and Reliability”. Captou?

De rodar extremamente macio, proporciona conforto absoluto tanto para o motorista quanto aos passageiros. Concorre diretamente com o BMW X3, mas é tão bom quanto e muito mais barato (custa R$138.990,00 - cerca de 110 mil Reais a menos que o X3).Com muitas letrinhas esquisitas no manual de proprietário e luzinhas sensacionais no painel, o Outlander é, em sua essência, elegante e harmonioso. As linhas de sua carroceria são, de fato, impactantes. Nada de agressividade exagerada ou mesmice: tem desenho atual e personalidade própria. (Fábio Amorim/RAPI) Fotos: divulgação

Roda-a-roda do NASSER (5 JUL 2007)



Aniversário – Brilhante projeto, o Lotus Seven comemora 50 anos de competência e atualidade. Hoje não é mais feito pela Lotus do mítico Colin Chapman, mas pela Caterham, ex-revendedora, ora produtora. É dela a versão Anniversary. 50 unidades, pintadas em prata ou preta com filete ouro e prata, grade dourada e emblemas identificativos da série. Não tem importador para o Brasil, mas informações em www.caterham.uk
Mercado – Três regiões do mundo deverão crescer em demanda por automóveis: Mercosul, Europa Oriental e China. Esta, sem projeto, rédeas ou freios, continuará liderando expansões e índices. A PSA Peugeot Citroën, que tem sociedade com a Dogfeng fazendo automóveis, assinou protocolo de negócios com a Hafei para produzir vans de transporte.
Mais um – A Nissan confirmou a apresentação de seu médio Tiida no final do mês. No Brasil monta picapes Frontier e o utilitário esportivo Xterra. Usa os automóveis trazidos do México com isenções alfandegárias para complementar o leque de produtos – e viabilizar a rede de distribuição.
Dos outros – A Mitsubishi japonesa foi ausente na iniciativa da representante brasileira, a MMC, para o desenvolvimento de motor flex sobre o 2.0 utilizado no Pajero TR4. A MMC, representante local, aplicou saber e recursos junto com a Magneti Marelli e criou a opção. No Japão, a Mitsubishi o apresentou como desenvolvimento seu. E leva-lo-á ao Salão do Automóvel em Frankfurt. Faz saudação com chapéu alheio.
Limbo – Nenhuma indústria anunciará planos, projetos ou investimentos nos próximos dias, embora algumas delas tenham informações a dar a respeito de ampliações de capacidade industrial ou remanejamento em processos para atender à crescente demanda de carros novos. É que o governo federal, após cinco anos de conversas com o setor declarou-se satisfeito com o que ouviu e recebeu, dando início à análise das sugestões oferecidas pelas empresas. Muitas, mas o foco principal está na redução de tributos para compensar o câmbio considerado desfavorável, punindo exportações. O Ministro da Fazenda Guido Mantega pediu um mês para voltar com a resposta.
Cobrança – A Câmara dos Deputados fez correspondência ao Contran, o Conselho Nacional de Trânsito, inquirindo o porquê de medida ali aprovada, e transformada em Lei Complementar pelo Presidente da República, para a inclusão de chip de identificação nos veículos, ainda não foi regulamentada pelo órgão normativo de trânsito.
Raciocínio - Nos corredores legislativos há conversa sobre postergações geridas pela Anfavea, a associação das montadoras. Diz-se, há 350 mil veículos furtados anualmente, e o equipamento permitiria a localização de todos. Na prática, carro localizado não exige substituição, é o raciocínio. A gestão da Anfavea seria para não perder esta ampla fatia de vendas, promovidas pelos ladrões. Não parece a realidade. O Denatran, assessor do Contran, destoa neste governo: direção competente, corajosa e correta, sem a companheirada.
Ecologia – Algumas oficinas de reparos em ar condicionado continuam aplicando o CFC, poluente e proibido. Vai fazer serviço? Certifique-se que a oficina é autorizada pelo IBAMA e se possui equipamento para recolher este gás. E que o gás que aplicarão em seu carro seja autorizado. Diz o folclore do setor, haver gente que mistura gás de cozinha com amônia, aplica no sistema – o que irá deteriorar vedações e conexões. Tudo em nome da falta de compromisso e do lucro fácil.

Antigos – Tradição em 15 anos e novo local para realização, o 15º Encontro do Automóvel Antigo, em Juiz de Fora (MG), será efetivado no último final de semana de julho. Será no Expominas. Interessado? Informações em www.melpoejo.com.br

Nova geração do luxo Chevrolet está chegando


Linha 2008 do sofisticado Omega vem ao mercado nacional na segunda quinzena de agosto

A nova geração do Chevrolet Omega 2008 é uma das grandes novidades que a General Motors do Brasil lançará no mercado brasileiro ainda no decorrer deste ano de 2007. O automóvel começará a ser vendido na segunda quinzena do próximo mês de agosto, no concorrido segmento dos automóveis sofisticados de luxo e de grande porte. O novo modelo Chevrolet, importado da GM Holden, na Austrália, incorpora, além de um bonito e moderno design, inúmeras melhorias contínuas na área de engenharia. Dentre as inovações tecnológicas existentes no conjunto destaca-se o gerenciamento eletrônico do motor, com uma nova calibração e um novo sistema de exaustão com eficiente e elegante duplo tubo de escapamento.
O carro oferece como destaques, a tecnologia desenvolvida para evitar acidentes, conhecida como Electronic Stability Program (ESP), o aumento na sua distância entreeixos, que proporcionou ainda mais conforto interno, e o sofisticado sistema de DVD no teto, que permite também às pessoas que estão no banco dianteiro assisti-lo por meio do display no painel central, quando o veículo estiver parado.

Opinião da montadora
“O novo Chevrolet Omega mantém a tradição da GM do Brasil em oferecer aos seus consumidores o que existe de mais moderno na indústria automobilística mundial”, destaca Ray Young, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.
José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, acrescenta que “a marca Chevrolet tradicionalmente sempre se destacou em oferecer ao mercado brasileiro carros de grande porte e de luxo, a exemplo do Omega, agora totalmente renovado em seu design e com muitas novidades tecnológicas”. Marcos Munhoz, diretor geral de marketing e vendas da GM do Brasil, assinala que a nova geração do Chevrolet Omega “evoluiu significativamente em segurança e oferece ainda mais tecnologia embarcada”. Seu preço será divulgado também em agosto, quando começarem as vendas do modelo.

Novidades no Omega
O visual do novo Chevrolet Omega foi totalmente renovado, tanto no interior quanto na parte externa. O carro apresenta importantes inovações em seus equipamentos mecânicos, incluindo um novo sistema de freio. A distância entreeixos do carro foi aumentada para 2.915 mm, com ganho de 126 mm, possibilitando a ampliação do conforto e do espaço interno, sem qualquer prejuízo à estabilidade e desempenho. Segundo a marca, o Omega que agora será vendido no mercado brasileiro está situado em condições de igualdade para competir no seu segmento com as principais marcas mundiais de automóveis.
Com alta tecnologia embarcada, o novo Omega vem equipado de série com freios ABS (Anti-lock Braking System) com auxílio EBD (Electronic Brakeforece Distribution), EBA (Eletronic Brake Assist), além de TCS (Traction Control System). O veículo oferece ainda, além dos tradicionais airbags frontais e laterais, airbags tipo cortina que, quando acionados, se projetam de cima dos vidros laterais, protegendo principalmente a cabeça dos ocupantes.

Características técnicas
A parte eletrônica do veículo teve a sua capacidade de microprocessamento elevada, garantindo novos índices de segurança e a incorporação de equipamentos ainda mais sofisticados e úteis para o motorista e os passageiros. O porta-malas também ganhou maior capacidade de volume, agora com 496 litros. Houve uma ampliação de 31 litros (mais 7%) em relação ao porta-malas do modelo anterior, que era de 465 litros.

O Omega trás sob o capô, o consagrado motor Alloytec V6 3.6 litros (seis cilindros em formato de ‘V’), que foi recalibrado privilegiando o seu torque. Ele fornece uma potência de 250 cv a 6000 RPM, com torque de 35 kgf/m. Segundo dados da fábrica, o veículo acelera de 0 a 100 km/h em 8s1, alcançando a velocidade máxima de 229 km/h. (AGM/RAPI) Fotos: divulgação

Cheirinho de novo é controlado periodicamente


Testes de odores nos caminhões Volkswagen garantem bem-estar aos motoristas

Segundo a marca alemã, a qualidade de um caminhão Volkswagen vai além de suas características operacionais e estéticas. Na Volkswagen Caminhões e Ônibus, além de todos os testes de durabilidade e garantia funcional, uma equipe do Laboratório de Materiais da Qualidade Assegurada avalia os odores em peças que compõem as cabines dos caminhões. Seus inspetores realizam mensalmente o “smell test” (teste de cheiro) em cinco veículos de diferentes modelos que saem da linha de montagem na fábrica de Resende (RJ). O principal objetivo é evitar possíveis danos à saúde do motorista, como alergias e irritações, identificando odores em peças para que o fornecedor seja acionado, e o problema eliminado.
Para se detectar um odor diferente nos componentes dos caminhões, é necessário treinamento especializado dos inspetores, e condições de muito calor durante os testes, pois estes testes acontecem em veículos completos e colocados no pátio da fábrica, expostos ao sol. "Podemos identificar problemas com mais facilidade quando o veículo está com uma temperatura alta, pois verificamos os componentes em situação real de uso local e em países com características climáticas iguais ao Brasil", afirma Marco Araújo, analista do Laboratório de Materiais e coordenador dos testes em Resende.

A equipe de inspetores de Resende foi treinada na fábrica da Volkswagen do Brasil em São Bernardo do Campo (SP), que é responsável pelos testes de cheiro da Volkswagen na América do Sul, através do Centro Técnico de Materiais. Os padrões dos testes são desenvolvidos na fábrica de Wolfsburg, na Alemanha, a partir dos dados colhidos e avaliados no Campo de Testes da Volkswagen em Kalahari, na África do Sul. A liberação de um novo veículo para produção passa obrigatoriamente por essa avaliação, essencial para eliminar qualquer possibilidade de reclamação por parte dos clientes. Quatro pessoas integram a equipe, que além do coordenador Marco Araújo, conta com os inspetores Maurício Ribeiro, Fernando Claret e Gláucio Barbosa, que participam das avaliações e de treinamentos com outros integrantes das diversas fábricas no continente e,como multiplicadores, repassam seus conhecimentos aos membros do grupo. (AVW/RAPI) Foto: divulgação

PUBLIEDITORIAL – Norep Motos, revenda Suzuki em Maceió, apresenta hoje a nova YES 2008


As concessionárias autorizadas Suzuki apresentam hoje o modelo 2008 da motocicleta EN125 Yes. Considerada a mais completa de sua categoria, ela chega às revendas com importantes modificações. Seu modelo 2008 possui punhos iguais aos das motos grandes da Suzuki, botão de seta com o prático sistema ´push-off´, afogador localizado no punho, facilitando seu acionamento e manoplas mais confortáveis e bonitas. Esteticamente a Yes também mudou para melhor: com novo grafismo, o reposicionamento do “S” no tanque lhe confere um visual mais moderno e esportivo, próximo ao da sua irmã maior, a GS500E.

Tecnologia
Sofisticada e completa, a Suzuki EN125 Yes mantém os equipamentos que fizeram dela um sucesso, tais como partida elétrica, freio dianteiro a disco, painel com conta-giros, tacômetro, marcador de gasolina e indicador de marchas eletrônico, banco removível com porta-objetos e pedaleira do garupa fixada ao quadro, e não na balança traseira.
A Yes oferece conforto e ergonomia acima da média e aparenta ser uma moto de maior cilindrada devido ao seu tanque robusto, com capacidade para 14 litros, e ao design do pára-lama dianteiro. Sua posição de pilotagem é mais esportiva que as concorrentes, por possuir guidão baixo e pedaleiras recuadas. Para garantir maior segurança, a EN125 Yes possui trava de direção acionada com a chave na própria ignição. Os piscas, com lâmpadas mais leves e de melhor contato elétrico, possuem um sistema anti-vibração do filamento, vedação aperfeiçoada, refletor metalizado com o mesmo processo utilizado nos faróis dos carros, lente mais resistente com formato esportivo e arredondado, proporcionando melhor iluminação.

Motorização
O motor monocilindro de quatro tempos, refrigerado a ar, consegue manter bom torque em baixas rotações e tem sua potência garantida graças ao comando de válvulas no cabeçote (OHC) e ao carburador Mikuni de 22 mm. O sistema de suspensão, formado por dianteira telescópica de amortecimento hidráulico e parte traseira com balança articulada e amortecedores hidráulicos (com 5 regulagens de pré-carga da mola), contribui para seu bom desempenho nas curvas. Os pneus, sem câmara e com perfil mais esportivo, garantem estabilidade constante. A frenagem é garantida por disco ventilado mordido por pinça deslizante de dois pistões de acionamento hidráulico na dianteira e tambor com sapatas expansoras internas de acionamento mecânico na traseira.

Produto
A nova Suzuki EN125 Yes pode ser encontrada nas cores vermelha, preta, azul e prata e o preço sugerido para o modelo 2008 se manteve o mesmo: R$ 5.990,00 (valor sujeito à alteração sem prévio aviso). A NOREP Motos oferece serviço autorizado, com mecânicos treinados pela fábrica e peças originais de reposição. Para mais informações, ligue para o canal de vendas Suzuki em Maceió: (82) 3336 1010.

Turbo reduz emissão de dióxido de carbono


Aplicação em veículos com motor a gasolina vai crescer muito nos próximos anos

Com a turboalimentação dos motores, que em 2005 passou a equipar a metade dos carros produzidos na Europa, a indústria automobilística contribuiu para a redução de 11% do nível de emissão de dióxido de carbono, o CO2 que provoca o efeito estufa. Em 1996, quando apenas 22% dos carros eram turboalimentados, a média de emissão de CO2 havia atingido 184 g/km (grama por quilômetro percorrido). Estudos da Honeywell Turbo Technologies mostram que a redução das emissões de CO2 teve, como principal motivo, o aumento da aplicação do turbo e que ele irá contribuir para a indústria atingir o objetivo de 130 g/km previsto para o ano de 2012. Os resultados desse estudo foram apresentados pelo engenheiro mecânico Denis Jeckel, diretor mundial de marketing e benchmark para carros de passeio da Honeywell Turbo Technologies, em palestra que realizou em São Paulo (SP).
O executivo informou que, atualmente, a média de emissão de CO2 dos veículos, na Europa, caiu para 164 g/km e que a tendência é a redução desse índice por intermédio do gradativo aumento do uso da turboalimentação, como tem ocorrido. "Sem ela, hoje nenhum motor a diesel atingiria os limites de emissões estabelecidos pelas normas Euro IV, na Europa, e Euro III, no Brasil", afirmou Jeckel. Ele considera que o uso de turbos em motores veiculares deverá atingir 20 milhões de unidades/ano em 2010, o que corresponde a 25% acima dos 16 milhões registrados no ano passado. Segundo Jeckel, nos próximos anos o maior crescimento da aplicação da turboalimentação se dará nos veículos com motorização a gasolina, hoje ainda em menor quantidade que os movidos a diesel.

Downsizing dos motores

O engenheiro explicou que entre os recursos disponíveis para a indústria atingir os objetivos de redução de CO2, estão a redução do tamanho dos motores atualmente utilizados (downsizing) e as novas tecnologias de turboalimentação em desenvolvimento, para os motores a gasolina e a diesel, e também para os novos tipos de combustíveis, entre os quais o etanol e o ´flex´, com crescente utilização no mercado brasileiro. De acordo com Jeckel, a redução do tamanho dos motores, com o auxílio da turboalimentação e combinada com a injeção direta de combustível, mantém o padrão de eficiência dos automóveis em desempenho e dirigibilidade e reduz o consumo de combustível e de emissão de CO2. (SC/RAPI) Fotos: divulgação

Para ouvidos de todos os gostos e bolsos


Alto-falantes e subwoofers Pioneer oferecem tecnologia e opções para o som do seu carro

Com a volta oficial da linha de alto-falantes e subwoofers Pioneer ao Brasil, de acordo com a marca, o consumidor tem à sua disposição a mais alta tecnologia em qualidade e potência de áudio, além de ampla variedade e segurança de todo o suporte na garantia. Ao todo, estão disponíveis vinte e seis modelos, sendo dezenove alto-falantes e sete subwoofers. Essa variedade de produtos oferece uma ampla linha de opções aos mais diferentes tipos de consumidores, atendendo desde os que buscam uma instalação básica de ótima qualidade, até os mais exigentes que não dispensam um projeto mais arrojado, utilizando produtos de ponta.
Os principais destaques da linha Pioneer são: Subwoofers Slim TS-SW com o exclusivo sistema de controle de suspensão pneumático e menor profundidade, oferecendo graves ricos com uma grande economia de espaço na instalação de caixas acústicas; a linha Champion Series (Subwoofers de Bobina Dupla) que herda a tecnologia do subwoofer SPL Pioneer, campeão do IASCA IdBL 2006 e detentor do recorde mundial de Nível de Pressão de Som com 180 db, além dos Alto-Falantes séries TS-E (de Kevlar), TS-A, TS-G e Custom Fit.

Características
Os alto-falantes, em geral, dividem-se em quatro categorias principais e podem existir diferentes composições, dependendo da intenção do usuário. Assim, a Pioneer atende aos consumidores que poderão realizar projetos simples e também aqueles mais complexos e potentes para suportar esse trabalho mais árduo. Os preços sugeridos dos modelos de alto-falantes e subwoofers Pioneer variam de R$ 119,00 à R$ 899,00.

Pneu Continental entra para Guiness Book


Composto ContiSportContact 2 Vmax está homologado para velocidades acima de 360 km/h

Primeiro pneu para passeio no mundo aprovado para velocidades acima de 360 km/h, o ContiSportContact 2 Vmax, da Continental, passou a integrar o Livro de Recordes do Guiness como o mais veloz pneu do mundo em linha normal de produção. Esta marca, que está sendo reconhecida pelos editores da publicação, deve aparecer na próxima edição deste livro que reúne as mais expressivas marcas mundiais nas mais diversas áreas.
Representando o estado da arte no desenvolvimento de pneus específicos para carros esportivos, personalizados, de última geração e ultravelozes, o ContiSportContact 2 Vmax integra a linha de modelos da Continental desde 2004 e reforça a filosofia da empresa de desenvolver pneus de alta performance não nas pistas de Fórmula 1 ou em outras categorias do automobilismo de competição, mas sim apostando no trabalho em equipe de seus engenheiros com os maiores fabricantes de carros esportivos do mundo para o desenvolvimento de produtos acessíveis ao grande público.

Jan Fatthauer, proprietário de um Porsche da empresa de customização ´9ff´, alcançou a marca de 388 km/h com o ContiSportContact 2 Vmax sob condições de teste e, atualmente, é o detentor do recorde do mais rápido veículo do mundo aprovado para uso em condições normais de tráfego. (AICP/RAPI) Foto:divulgação

segunda-feira, julho 02, 2007

FÓRMULA 1 - Kimi vence e Lewis sobe ao pódio novamente


Segue bem equilibrado o mundial de Fórmula 1 de 2007. Desde o início do ano, quatro pilotos: Lewis Hamilton e Fernando Alonso (McLaren) e Kimi Raikkonen e Felipe Massa (Ferrari) venceram, cada um, duas provas. Após chegar à metade do campeonato, o inglês Hamilton continua na liderança com 64 pontos, 14 à frente de seu companheiro de equipe, o bicampeão Alonso. Felipe Massa é o terceiro, com 47, contra 42 de Kimi, que é o quarto no geral
Ontem (1/7), no GP da França, a Ferrari fez a sua primeira ´dobradinha´ do ano, infelizmente com Raikkonen faturando a primeira colocação na prova à frente de Massa que havia largado na pole. Usando uma ótima tática de pit stops, Kimi conseguiu abrir preciosos segundos de vantagem em cima do brasileiro, daí, após a sua última parada, conseguiu firmar-se em primeiro até a bandeirada final.

Inglês voador
Parafraseando o velho ´slogan´ de Jim Clark (O escocês voador), o sensacional Lewis Hamilton continua com uma regularidade impressionante: 8 pódios em 8 corridas, numa categoria em que ele é novato! Há neste componente, é lógico, o fato dele ter iniciado a carreira numa equipe de ponta. A McLaren é a mais rica e atualmente a mais equilibrada de todas as escuderias de corrida, junto à poderosa Ferrari, no entanto, isso não tira, de maneira alguma, o brilho de Hamilton. Regular, rapidíssimo e muito técnico, ele segue com folga na frente e, caso mantenha o ritmo, tem altas chances de sagrar-se campeão já em sua primeira temporada.

Azar e talento
Um fato não dá para desconsiderar no GP da França. Após manter-se andando na frente de Jenson Button (Honda) durante a metade do ano, Rubens Barrichello não conseguiu pontuar ainda. Button, aos trancos e barrancos com um carro péssimo, chegou em oitavo em Magny-Cours e marcou um pontinho, significativo pontinho a frente de Rubens. Inquestionavelmente, não há pilotos ruins na Fórmula 1 e Barrichello integra o time dos grandes representantes, mas..., esse é o tipo de esporte onde, além do talento, tem que se ter sorte em excesso, coisa que, infelizmente, ele não possui. I (RAPI/FBA) Foto: Reuters/Divulgação